Quem atua no mercado de e-commerce já deve ter aprendido na prática que vendas e lucro nem sempre andam juntos. Isso porque, se o pricing não for adequado, o valor global de seu faturamento não cobrirá os custos de sua operação.
Parece óbvia essa afirmação, mas sobretudo para quem opera com um mix bastante variado de produtos e está submetido à concorrência de um número crescente de novos players, chegar a uma precificação certa é um desafio.
A boa notícia é que existem estratégias bem estabelecidas de pricing que podem ser empregadas em seu e-commerce. E é justamente sobre isso que falaremos a seguir. Acompanhe.
Cuidado ao definir preços
Para entender a importância de uma precificação adequada, vale citar um exemplo relacionado à oferta de promoções. Suponhamos que um determinado e-commerce esteja com dificuldades para bater sua meta de faturamento ao longo do primeiro semestre deste ano, que é de R$ 20.000,00.
Durante os primeiros 60 dias do ano, 80 unidades do produto “x” foram vendidas ao valor de R$ 100,00, levando a um faturamento de R$ 8.000,00.
Na tentativa de chegar à meta estabelecida, os gestores do e-commerce decidem oferecer um desconto de 15% sobre o produto “X”, que em função disso passou a ter uma saída mais significativa. Em 40 dias, 90 unidades foram vendidas, perfazendo o total de R$ 7.650,00.
Esse exemplo demonstra exatamente o que queremos dizer com “venda não se traduz em lucro”. A oferta de um desconto de 15% impulsionou as vendas em 50%, porém, o faturamento e também o lucro foram inferiores ao observado em relação à oferta original, tomando como base um período de referência de 30 dias.
Fatores que influenciam o pricing
Existem alguns fatores que não podem ser desconsiderados na hora de se trabalhar o pricing de seu mix de produtos:
Despesas fixas
Uma empresa só é sustentável se consegue cobrir seus custos fixos mensalmente. Afinal, por mais que os gestores tenham um capital de giro para cobrir prejuízos ao longo de alguns meses, não se trata de algo sustentável a médio e longo prazo.
Por isso, é indispensável manter um controle rigoroso sobre as despesas de seu e-commerce e incorporar essa categoria de custo na precificação. É importante, inclusive, identificar, para cada tipo de produto, qual o custo a ser agregado.
Despesas variáveis de mercadoria
Toda mercadoria tem um custo inerente a ela e despesas para sua manutenção. Isto é, além do valor pago junto ao fornecedor, não podemos desconsiderar despesas com manutenção estoque, possíveis avarias no transporte e impostos.
Com isso, temos mais uma categoria de despesa que deve ser incorporada no preço final do produto.
Preço praticado pela concorrência
Quando falamos em pricing, é impossível não levarmos em consideração o posicionamento de mercado de seus concorrentes mais diretos. Afinal, vocês concorrem pelo mesmo público e o os preços praticados por ambos impactam diretamente a decisão de compra dos consumidores.
Tendo isso em vista, é interessante realizar uma pesquisa de mercado e identificar quais os preços médios praticados em seu segmento de atuação. A partir dessa referência, você poderá conhecer se sua política de preços é razoável.
Pense, a título de exemplo, que se os preços praticados em seu e-commerce forem muito superiores ao de seus concorrentes, você precisa oferecer alguns diferenciais significativos. Caso contrário, isso será um convite para o consumidor buscar outras opções de e-commerce no mercado.
Margem de lucro desejada
A margem de lucro desejada é outro aspecto a ser considerado no trabalho pricing. Quanto a isso, devemos esclarecer que não existe uma regra bem definida.
Fica a cargo dos gestores do negócio identificar quais margens contam com maior aceitação no mercado. E, mais uma vez, é preciso levar em conta a razoabilidade das escolhas. Há casos, por exemplo, em que a opção por uma margem de lucro considerada baixa, combinada a vendas em grande escala, pode ser o melhor caminho.
O segredo talvez seja nunca avaliar um aspecto dissociado de outros. Isto é, não podemos definir a margem de lucro desconsiderando os tópicos já abordados, como posicionamento dos concorrentes, custos (fixos e variáveis) e as próprias característica do produto comercializado.
Entenda como fazer o Markup de seus produtos
Agora que já falamos sobre os principais aspectos que devem ser levados em consideração no trabalho de pricing, podemos tratar do cálculo do markup.
Para quem nunca ouviu falar no termo, markup é cálculo feito indicar quanto do preço de um produto está acima do seu custo de produção e distribuição. Trata-se, portanto, da diferença entre o custo de um bem ou serviço e seu preço de venda.
A fórmula matemática para calcular o markup é a seguinte:
Com o resultado do markup em mãos, você precisa calcular o preço de venda. Para isso, outra fórmula deve ser aplicada, que é:
PREÇO DE VENDA = CUSTO DO PRODUTO X MARKUP
Agora, vamos a um exemplo prático. Suponhamos que o custo de um produto vendido no seu e-commerce é de R$ 315 e você almeja obter 10% de lucro sobre o que foi pago. As despesas fixas representam 12% do custo e as variáveis 13%.
A primeira coisa que deve ser feita é o cálculo do markup. Logo, a aplicação na fórmula ficaria:
MARKUP = 100 / [100 – (13 + 12 + 10)]
MARKUP = 100 / [100 – 35]
MARKUP = 100 / 65
MARKUP = 1,5338
Conhecendo o markup do produto, agora, é preciso desenvolver a outra fórmula, da precificação:
PREÇO DE VENDA = 100 x 1,5338
PREÇO DE VENDA = 153,33
Feito isso, você já sabe que o preço de venda ideal para esse produto é de R$ 153,33. Assim, você poderá cobrir os custos e ter a margem de lucro desejada.
Vantagens e desvantagens da precificação baseada em custos
A simplicidade como a precificação pode ser feita a partir de uma noção de custos faz com que essa metodologia seja amplamente adotada no e-commerce.
Uma de suas grandes vantagens é que ela oferece a segurança de que as despesas serão custeadas a partir do preço de venda estabelecido, evitando risco de prejuízos. No entanto, para isso, é indispensável dimensionar todos os custos e embuti-los na proporção correta no trabalho de pricing.
Ao mesmo tempo, apesar de resguardar financeiramente seu empreendimento, essa metodologia pode estar impedindo você de obter ganhos mais significativos. Isso porque, ao se limitar a cobrir despesas e atender a um percentual pré-estabelecido de lucro, você perde a possibilidade de explorar o que chamamos de preço percebido pelo consumidor.
De forma resumida, o preço percebido pelo consumidor é uma avaliação feita por ele próprio em relação a sua disposição de pagar por determinado artigo de seu interesse. Em muitos casos, esse valor percebido pode ultrapassar – e muito – a precificação adotada no e-commerce.
Precificação dinâmica como alternativa
Depois de entender o conceito de preço percebido, algumas pessoas podem estar se perguntando: mas como identificar quanto o consumidor está disposto a pagar?
Contrariando o entendimento de muitos, devemos esclarecer que é, sim, possível acompanhar essas oscilações na percepção dos preços. Para isso, basta recorrer as ferramentas certas.
Um software de precificação dinâmica é uma ferramenta que cumpre bem essa função. Ele fica responsável por realizar três processos de forma automatizada, sendo eles:
preços praticados por concorrentes em relação a determinado mix de produtos;
identifica os itens em oferta e os valores cobrados;
sugere um novo preço a partir das regras definidas anteriormente pelo lojista.
Dessa forma, é possível configurar essa ferramenta para ajustar seus preços na mesma faixa cobrada por outros e-commerces, um pouco abaixo ou um pouco acima, criando promoções e descontos por tempo limitado, se necessário.
Partindo dessa lógica, em uma mesma semana ou transcorrer de alguns dias ou horas, os preços em seu e-commerce podem variar de forma significativa, sempre com a intenção de identificar as melhores oportunidades.
E o melhor: na tentativa de conhecer a validade dessa estratégia para o seu negócio, não é necessário abandonar a precificação realizada por intermédio de uma noção de custos. Alguns produtos pré-selecionados podem ser submetidos ao pricing dinâmico a título de teste.
https://wp-api.lifeapps.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Pricing-gestao-de-precos-no-e-commerce.jpg320827LifeApps/wp-content/uploads/2021/05/Grupo-5.pngLifeApps2022-02-23 08:52:092022-02-23 09:01:11Pricing: gestão de preços no e-commerce
Nos últimos tempos, trabalhar com influenciadores digitais significa alcançar resultados expressivos. Mas você sabe como o marketing de influência pode ser implementado no mundo do e-commerce?
https://wp-api.lifeapps.com.br/wp-content/uploads/2022/02/marketing-de-influencia-e-o-impacto-nas-vendas-de-ecommerce.jpg294791LifeApps/wp-content/uploads/2021/05/Grupo-5.pngLifeApps2022-02-02 16:39:232022-02-02 16:42:34Marketing de influência e o impacto nas vendas de e-commerce
A cobrança do ICMS interestadual era regida, até o fim de 2021, por um convênio celebrado no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz. Este órgão reúne secretários de fazenda de todos os governos estaduais e do distrito federal.
https://wp-api.lifeapps.com.br/wp-content/uploads/2022/01/qual-o-impacto-da-lei-que-regulamenta-o-ICMS-no-ecommerce.jpg294791LifeApps/wp-content/uploads/2021/05/Grupo-5.pngLifeApps2022-01-26 12:37:592022-01-26 13:28:17Qual o impacto da lei que regulamenta o ICMS no e-commerce
O mercado de e-commerce para distribuidores está atraindo cada vez mais interessados. Com a grande popularização das compras pela internet entre os consumidores finais, essa tendência não demorou para chegar no universo B2B. E as empresas antenadas nas mudanças estão saindo na frente.
Estamos falando de um grande mercado que está em expansão. Espera-se que o comércio eletrônico B2B represente 17% de todas as vendas B2B nos EUA até 2023, atingindo US$ 1,8 trilhão.
No mínimo, os compradores querem aprender sobre seus produtos e encontrar respostas para suas perguntas por meio de pesquisas ou canais sociais. Em um cenário ideal, eles esperam fazer pedidos online sem falar com um representante de vendas. Na verdade, uma pesquisa mostra que os compradores B2B realizam cerca de 12 pesquisas online antes de fazer uma compra de uma marca escolhida.
Quer entender melhor todo o potencial do e-commerce para distribuidores? Então confira logo a seguir!
O mercado de e-commerce para distribuidores e o novo consumidor
Acabamos de falar sobre as previsões de crescimento do mercado de e-commerce para distribuidores nos EUA. E no Brasil essa tendência não é diferente. Segundo uma pesquisa da ABAD/Nielsen, foi registrado um crescimento de 41% das compras via e-commerce dentro do segmento atacadista/distribuidor em 2020.
A presença do atacadista e distribuidor representa 95% no abastecimento do varejo independente. E o foco dessas organizações deve estar na experiência do cliente – para conquistar e fidelizar consumidores. E é justamente por isso que o e-commerce se torna tão eficiente.
Os clientes B2B estão pedindo para comprar produtos digitalmente. O que faz sentido, considerando que os clientes atacadistas são as mesmas pessoas que compram itens pessoais online:
Eles estão acostumados a comprar em grandes varejos online – como Amazon, Magazine Luiza ou Submarino;
Eles pesquisam no Google por novas ideias e produtos;
Eles utilizam cartões de crédito e carteiras digitais como meios de pagamento;
Eles navegam diariamente nas mídias sociais em seus telefones.
Além disso, esses compradores apostam muito na experiência de compra online. Eles fazem uma extensa pesquisa sobre uma marca e seus produtos antes mesmo de considerar entrar em contato com um representante de vendas.
Outra parte dessa mudança no perfil do consumidor pode ser atribuída ao aumento de profissionais da geração millennial no local de trabalho. Em 2020, quase metade dos compradores B2B são millennials – quase o dobro de 2012. E eles também estão fortemente envolvidos no processo de compra. Um relatório de 2019 descobriu que 44% dos millennials estão tomando decisões de compra, enquanto 33% dizem que são os principais influenciadores ou recomendações no processo de compra.
A satisfação desses compradores B2B é vital para o sucesso no atacado distribuidor. Entrar no mercado do e-commerce para distribuidores é uma ótima forma de manter a conexão com esse público – criando boas experiências e gerando oportunidades de vendas.
5 benefícios do e-commerce para distribuidores
Antigamente, o processo de vendas B2B dependia predominantemente de vendedores que construíam relacionamentos de longo prazo com clientes em potencial. No entanto, a ascensão do comércio eletrônico mudou o status quo, proporcionando muitos benefícios para empresas que investem no e-commerce para distribuidores.
O comércio B2B está passando por uma intensa transformação. Embora altamente afetado pelas mudanças de comportamento e expectativas dos clientes, espera-se que o mercado atinja US$ 6,7 trilhões em valor bruto de mercadorias até o final de 2020, tornando-o duas vezes o tamanho do mercado B2C.
Para os distribuidores, a criação de um canal de comércio eletrônico forte apresenta oportunidades de crescimento significativas. Com um número muito maior de clientes em potencial e uma maneira relativamente simples de atraí-los, os distribuidores B2B têm uma oportunidade única de expandir além dos canais de vendas tradicionais.
Quer entender melhor os principais benefícios de investir no e-commerce para distribuidores? Então confira:
1. Automação de processos manuais
Usar uma plataforma de comércio eletrônico para vender mercadorias é uma maneira de automatizar processos manuais demorados. Com a plataforma certa, tarefas como checkout, faturamento e gerenciamento de estoque são feitas com aplicativos em vez de manualmente.
Ou seja, o e-commerce para distribuidores libera os funcionários para que eles possam se dedicar a outras partes do negócio, como marketing digital ou atendimento ao cliente. Além disso, as equipes de vendas podem gastar tempo trabalhando com contas maiores e mais complexas em vez de lidar com o processamento de pedidos para compras em massa que podem ser facilmente concluídas por meio de um modelo de autoatendimento no site.
2. Alcance mais clientes
O e-commerce para distribuidores permite que a empresa atue sem estar vinculada a uma localização física. É possível alcançar clientes em todo o mundo por meio de seu site, mídia social e páginas digitais.
Por causa dessa experiência omnichannel, seus clientes têm mais oportunidades de encontrá-lo à medida que se movem entre dispositivos e canais.
Além disso, vender por atacado online é uma ótima oportunidade para criar reconhecimento de marca se você deseja expandir para novos mercados e alcançar uma base de clientes anteriormente inacessível sem investir em um local físico.
3. Obtenha insights e dados
Quando você tem um site, pode obter mais acesso a dados e insights do cliente, como:
Quais páginas e produtos são mais visualizados a cada dia/semana/mês.
Número de visitantes que clicaram em um anúncio específico.
Tempo médio gasto em uma página da web.
Porcentagem de usuários que abandonaram o site em comparação com aqueles que continuaram navegando por ele.
Esses dados podem servir como base tomada de decisão em campanhas de marketing, mix de produtos, preços, descontos e muito mais. Combinado com o feedback dos representantes de vendas e atendimento ao cliente, você pode obter uma melhor compreensão das necessidades de seus clientes.
4. Melhore o atendimento ao cliente
O e-commerce para distribuidores não apenas cria a oportunidade de oferecer portais de autoatendimento para seus clientes, mas você também pode usar a personalização para aprimorar a experiência deles. Por exemplo, catálogos personalizados e listas de preços facilitam para os clientes fazerem login em seu site e obterem os produtos que desejam sem a necessidade de falar com um vendedor.
Você pode oferecer mais conveniência fornecendo custos de envio estimados, recomendações de produtos e cotações avançadas que podem ser analisadas e aprovadas por várias partes interessadas.
Uma ótima maneira de superar as expectativas e tornar seu B2B diferenciado é pegar os aprendizados do B2C e trazê-los para o seu site. Todas as informações e recursos que você aprecia quando vai fazer uma compra pessoal também podem ser incorporados em seu e-commerce para distribuidores.
Confira também: Ações de fidelização no e-commerce
5. Venda através de dispositivos móveis
Os clientes da sua empresa podem estar em movimento constante. Muitos não passam o tempo sentados na frente de um computador desktop ou laptop. Em vez disso, eles confiam em seus dispositivos móveis para encontrar informações sobre produtos enquanto viajam ou em um local de trabalho.
O e-commerce para distribuidores possibilita que eles pesquisem opções e façam compras diretamente de seus telefones celulares. Tudo com muita comodidade e praticidade.
Quem já explora o e-commerce para distribuidores?
O que não faltam são bons exemplos de empresas que já trabalham com o e-commerce para distribuidores de maneira consolidada – alcançando ótimos resultados. E temos a oportunidade de lidar de perto com muitos deles na LifeApps.
A LifeApps é a solução mais preparada para atender o atacado distribuidor, com suporte qualificado numa plataforma em evolução contínua. Veja alguns cases de sucesso de clientes que estão fazendo sucesso com suas vendas pela internet:
Alpi Distribuidora
A Alpi Distribuidora é uma empresa que precisava de mais agilidade no processo de vendas, tendo em vista que esse era realizado de maneira manual. Por isso, a empresa fechou uma parceria com a LifeApps e fez a integração da solução com o seu ERP, o WinThor.
Com o uso de um sistema, a Alpi Distribuidora conseguiu notar resultados positivos. Isso porque o tempo gasto na captação de pedidos antigamente poderia chegar a 4 dias, e agora isso é feito de maneira automática e a organização demora no máximo 6 horas, representando uma economia de mais 94% no tempo gasto nos processos.
Outro benefício foi o aumento da produtividade dos colaboradores, que não precisam mais se dedicar à montagem de planilhas e são direcionados para tarefas mais estratégicas na operação.
Leia mais sobre o case da Alpi Distribuidora.
Grupo Vieira
O Grupo Vieira é uma organização com mais de 35 anos de experiência na cadeia de abastecimento. Em 2019, eles iniciaram o investimento na plataforma de e-commerce LifeApps com o objetivo de estar disponível a qualquer momento para o cliente.
O projeto foi implementado em dezembro de 2019 e desde então a empresa apresentou um crescimento em 250% no faturamento do e-commerce. Além disso, o Grupo Vieira obteve um aumento de 20% nos cadastros dentro da plataforma e de 250% na positivação de clientes somente na parte de distribuição.
Com a pandemia provocada pela Covid-19, em abril de 2020, a empresa lançou o e-commerce da Jomart, voltado para pessoas físicas. E os resultados obtidos também impressionam: em quinze meses de uso da plataforma de e-commerce B2C já apresenta um crescimento de 48% no faturamento – com um aumento de 92% no número de pedidos.
A Contém Alimentos é uma empresa que atua no mercado de food service desde o início de 2012. Com objetivo de ampliar o seu mercado e expandir as áreas de atuação, foi tomada a decisão de implementar uma loja virtual em sua distribuidora.
Com o uso de estratégias e o foco no e-commerce para distribuidores, a Contém Alimentos obteve um crescimento de 144% no seu resultado de vendas online desde o início de 2020. Atualmente, as vendas através da plataforma online representam 60% do faturamento da empresa.
A Unimarka, fornecedora e distribuidora varejista com 50 mil clientes no Brasil, migrou o seu comércio eletrônico para a plataforma da LifeApps. O foco era buscar flexibilidade nos meios de pagamento e novos recursos, como os descontos com exclusividade para o e-commerce.
A migração permitiu aos clientes da Unimarka mais formas de faturamento e parcelamento das compras em tempo real na plataforma. Além disso, tornou-se possível fornecer créditos, que são devidos nos casos de problemas com a carga e devoluções, e gerar os cupons, que são utilizados como forma de pagamento.
Os valores mais atrativos do que os oferecidos pela equipe de vendas da Unimarka por conta dos recursos de promoção, desenvolvidos pela LifeApps, as campanhas dos descontos com exclusividade para o e-commerce e a flexibilização dos meios de pagamentos possibilitaram à distribuidora conquistar novos consumidores e ampliar a sua base de clientes.
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