Mas você sabe, exatamente, o que é e-commerce?

O fato de o comércio eletrônico estar em expansão não é uma surpresa. São muitas as vantagens e benefícios que esse modelo de negócio oferece, tanto para os consumidores quanto para os vendedores.
 

É preciso conhecer a fundo as características das vendas pela internet para manter a competitividade em um ambiente que está sempre crescendo e inovando com novas técnicas e ferramentas digitais, estratégias e tendências. Afinal, vender pela internet vai muito além de criar um site e aguardar pelos compradores.
 

Se você quer saber tudo sobre como desenvolver um excelente site de comércio eletrônico, está no lugar certo! A seguir, falamos mais sobre o que é e-commerce! Acompanhe.

Conheça os segredos por trás do sucesso dos canais de venda do atacado distribuidor, assistindo ao vídeo abaixo:

 

Afinal, o que é e-commerce?

O e-commerce, também conhecido como comércio eletrônico, é um modelo de negócios que se refere à compra e venda de produtos ou serviços usando a internet. Simplesmente, é uma maneira de fazer negócios online, sem precisar visitar a loja física.
 

Para entender o que é e-commerce, pense na experiência de acessar o site de uma livraria para encomendar um box de livros sobre administração. Neste caso, você está realizando uma compra em um e-commerce! 
 

Mas são cada vez mais amplas as possibilidades a serem exploradas no comércio eletrônico.
 

O exemplo mais popular de e-commerce são as compras de produtos online, porém também existem outros tipos de atividades – como produtos digitais, serviços, pedidos a fornecedores B2B, entre outras. Ou seja, o entendimento sobre o que é e-commerce precisa ir além do comércio varejista.
 

Além disso, ao pensar no passado do comércio eletrônico, ele definitivamente evoluiu ao longo dos anos. Exemplos disso podem ser notados com opções de pagamento aprimoradas, entrega mais rápida, interfaces de usuário mais desenvolvidas, processamento automático de pedidos e muito mais. Essas mudanças tiveram um impacto significativo no entendimento do cliente sobre a utilidade do comércio eletrônico.
 

O “boom” das lojas online

Parte do entendimento sobre o que é e-commerce passa pela análise da evolução do mundo digital. A internet se tornou popular entre o público ao longo dos anos 90, mas foi somente em 2000 que as empresas começaram a explorar esse ambiente para fazer vendas ao cliente final. Porém, até muito recentemente, o comércio eletrônico remetia somente à venda de produtos físicos por meio da internet.
 

É exatamente por isso que, quando falamos sobre o que é e-commerce, é comum que as pessoas pensem diretamente nos grandes comércios online – esquecendo que existe um universo maior de transações digitais.
 

As lojas online estão se tornando cada vez mais populares entre o público. Os clientes estão mais habituados a esse tipo de operação e inúmeras empresas diversificam suas vendas para abranger a internet. Mas, para compreender esse “boom”, é preciso voltar um pouco na história.
 

História do e-commerce

Em 1970, embora os computadores ainda não tivessem aparecido como são agora conhecidos, surgiram as primeiras relações comerciais com computadores para transmitir dados. Com essa plataforma, em 1980, o comércio de catálogos foi modernizado com a ajuda da televisão por meio de “televendas”, o que mostrou maior realismo dos produtos quando eles foram exibidos, destacando seus atributos e características mais importantes. Esse tipo de venda direta era efetuado por meio de ligações telefônicas, e o pagamento via cartão de crédito.
 

Foi somente 1979 que Michael Aldrich, um empresário inglês, inventou as “compras online”, com as quais permitia o processo de transações online entre consumidores e empresas, ou entre uma empresa e outra. Em 1989, a tecnologia teria seu maior boom e, portanto, o comércio eletrônico, com o surgimento do “www” ou da World Wide Web. O site, criado pelo inglês Tim Berners-Lee, mudou completamente a maneira de comunicação e marketing no mundo.
 

A partir disso, surgiram empresas como Amazon e eBay, que continuam sendo relevantes até hoje. Outras empresas aderiram a esse mercado e ele continua em expansão.
 

Hoje, plataformas SaaS (Software As A Service) tornaram muito fácil a criação de uma loja de comércio eletrônico. A plataforma cuida do trabalho técnico necessário para iniciar e executar a loja online por uma pequena taxa de assinatura. É mais fácil iniciar uma loja de comércio eletrônico agora do que há 10 anos, porque os sistemas de gerenciamento de conteúdo para a criação desses sites permitem a montagem de um e-commerce em poucas horas.
 

Mudanças no comportamento do consumidor

Além de toda a facilidade para criar um comércio eletrônico, também precisamos considerar a mudança do comportamento do consumidor nesta equação. Com mais pessoas buscando por produtos ou serviços online, as empresas enxergam neste mercado ótimas oportunidades.
 

Mais do que compreender o que é e-commerce, é fundamental entender que esse modelo de negócio se tornou tão popular por conta do cliente. Ou seja, é o consumidor que está no comando. Se esse público deseja comprar com facilidade e segurança na internet, as empresas precisam acompanhar essa tendência.
 

Vantagens do comércio eletrônico

Agora que você já sabe o que é e-commerce, também é importante compreender todas as vantagens que esse modelo de negócio oferece. E esses benefícios não podem ser superestimados, pois remodelaram o mercado atual.
 

Veja quais são as principais vantagens do e-commerce:
 

Serviço 24 horas

Uma das vantagens de ter uma loja de comércio eletrônico em relação à física é que as online estão abertas 24 horas por dia para que os clientes possam comprar quando quiserem. Você não está mais limitado às poucas horas do horário comercial.
 

A compra pode ser feita em qualquer local

Ao falar sobre o que é e-commerce, precisamos compreender que não há mais barreiras geográficas para as vendas. Para comprar em uma loja física, é preciso se deslocar até ela. Como vendedores, estamos limitados a vender para um pequeno público, que está próximo geograficamente – o que não acontece no comércio eletrônico.
 

Você pode oferecer uma infinidade de produtos

Imagine só o tamanho do edifício que a Amazon precisaria para colocar todos os produtos que comercializa. Em estabelecimentos físicos, temos exposição limitada de produtos por espaço. No comércio eletrônico, isso não ocorre – ou seja, é possível oferecer um catálogo maior de produtos online.
 

Compra imediata de serviços

Na venda de serviços (como acesso a conteúdo pago), a compra pelo usuário e o consumo são imediatos e instantâneos. Depois de efetuar o pagamento, o cliente obtém acesso aos serviços em poucos segundos. E, mesmo na venda de mercadorias, houve uma redução significativa do tempo necessário para fazer entregas aos clientes.
 

Custo reduzido de inicialização.

Um dos pontos que mais chama atenção quando falamos sobre o que é e-commerce é que não é necessário um local físico para comercializar seus produtos, o que, na maioria das empresas, representa uma redução significativa nos custos.
 

Redução de intermediários

Os fabricantes podem vender diretamente ao cliente sem ter que passar por intermediários, obtendo economias de recursos que podem servir para oferecer valores mais atrativos ao cliente final. Ou seja, não é mais necessário ter uma imensa cadeia de vendas para alcançar o seu público. Para as organizações desse nicho de mercado, a compreensão sobre o que é e-commerce pode revolucionar seus modelos de negócio.
 

A evolução do e-commerce para empresas B2B

Já vimos que, quando falamos sobre o que é e-commerce, não podemos pensar somente no comércio tradicional de produtos, certo? Isso acontece, principalmente, porque é cada vez maior o número de empresas de diferentes nichos que exploram as vendas pela internet.
 

Ou seja, existem vários tipos de formas de comércio eletrônico para vender online, tanto se você quiser fazê-lo em seu próprio site de comércio eletrônico, quanto se deseja exibir seus produtos em um marketplace.
 

Veja quais são os principais tipos de e-commerce:
 

  1. B2C (empresa para consumidor). Essas empresas vendem produtos para o consumidor final e representam a maioria dos negócios eletrônicos.

  2. B2B (empresa para empresa). São empresas que vendem produtos para outras empresas. Elas geralmente vendem peças, serviços ou matérias-primas.

  3. C2B (consumidor para empresa). Nesse caso, é o consumidor que oferece seus serviços a uma empresa, como freelancers, por exemplo.

  4. C2C (consumidor para consumidor). O Mercado Livre é o palco para esses tipos de transações comerciais entre consumidores.
     

O principal foco nas vendas online ainda está nas mãos das empresas B2C, porém, as vendas B2B merecem destaque pelo seu crescimento. Em vez de depender das visitas presenciais, as empresas podem facilitar a vida de seus clientes – fazendo a venda de produtos ou serviços 100% online.
 

Essa é uma tendência que deve crescer nos próximos anos, pois o mercado está cada vez mais habituado a essas operações. Trata-se de um modelo de negócio benéfico tanto para o comprador quanto para o vendedor.
 

Como iniciar um e-commerce?

Você entendeu o que é e-commerce e está disposto a investir neste modelo de negócio? Essa é uma decisão lógica para muitos empresários – seja para abrir uma nova empresa ou para expandir as vendas de uma loja física.
 

Os princípios de negócios necessários para executar uma loja offline ainda se aplicam à execução de uma online, embora os desafios que você vai encontrar sejam diferentes.
 

Com isso em mente, o esboço básico de um modelo de negócios de comércio eletrônico é muito semelhante: você precisa de produtos para vender, um local para vendê-los e uma estratégia de marketing para atrair clientes. Com as lojas de comércio eletrônico, você também precisa de uma estratégia para entregar os produtos que vende, pois o cliente não pode simplesmente tirá-los das prateleiras.
 

Para ajudá-lo nesse processo, preparamos algumas dicas pontuais:
 

1. Escolha os produtos ou serviços vendidos

Primeiro, sua loja de comércio eletrônico precisará de produtos para você vender – e eles podem ser produzidos internamente ou adquiridos externamente.
 

Como varejista online, você não se limita a fornecedores online quando se trata de fornecer seus produtos. Qualquer fornecedor offline é perfeitamente viável. No entanto, devido à natureza de um negócio online, a maioria dos proprietários de comércio eletrônico fará negócios com outros semelhantes. 
 

De várias maneiras, a abordagem para encontrar produtos para uma loja de comércio eletrônico será idêntica à de uma offline: encontre o melhor produto pelo melhor preço. Simples, certo?
 

No entanto, há uma grande diferença. Pela internet, também é possível vender produtos ou serviços digitais.
 

Um bem digital é uma versão intangível de um bem físico do mundo real – pense em eBooks em vez de livros, e músicas e vídeos para download em vez de CDs e DVDs.
 

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2. Tenha uma estratégia de marketing em mente

Assim como qualquer outra organização, um e-commerce também precisa de uma boa estratégia para atrair o público e construir sua reputação no mercado. Porém, por executar vendas online, geralmente, essas ações de marketing também ficam concentradas no mundo digital.
 

Para isso, é possível explorar diversas ferramentas e estratégias: mídias sociais, e-mail marketing, aplicativos, anúncios online, resultados do Google, entre outras. O objetivo é sempre atrair um público qualificado e iniciar bons relacionamentos.

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3. Encontre uma plataforma de e-commerce

Quando falamos o que é e-commerce, vimos que sua principal diferença para uma loja física é por onde você faz negócios.
 

Obviamente, para um e-commerce, a venda é feita online. Para fazer isso, você precisará de um site.
 

Agora, seu site será, sem dúvida, a parte mais importante do seu negócio de comércio eletrônico. Afinal, é o local onde seus clientes interagem e compram de você. O design do seu site influencia fortemente a opinião deles sobre você e na probabilidade de eles fazerem uma compra.
 

Simplificando: se você deseja administrar uma empresa de comércio eletrônico, seu site é algo que você deve acertar.

E para isso, será fundamental encontrar uma plataforma adequada para montar sua loja virtual. Uma ótima solução para isso é buscar uma plataforma SaaS.
 

As plataformas de comércio eletrônico SaaS são hospedadas e mantidas por seu provedor e, depois, licenciadas para uso pelos comerciantes. Os usuários acessam esses aplicativos por meio de navegadores da Web e pagam uma taxa de assinatura mensal com base no nível de serviço e no número de usuários.
 

Um modelo SaaS tradicional oferece estabilidade e segurança. Muitos comerciantes são atraídos pela facilidade e confiabilidade do software SaaS, que normalmente requer muito menos desenvolvimento e manutenção – além de oferecer um atendimento qualificado com suporte instantâneo.
 

Você já sabia o que é e-commerce? Quer entender melhor o papel de uma plataforma SaaS para criar a sua loja virtual? Conheça a LifeApps e descubra como podemos ajudá-lo. 

Se você chegou até aqui, e quer saber mais sobre técnicas de vendas, é provável que:

  1. Não atingiu suas metas de vendas ou

  2. Atingiu seus objetivos, mas deseja encontrar maneiras de ultrapassá-los.
     

Bem-vindo de volta ao escritório. Se você está se sentindo um pouco sobrecarregado com suas metas de vendas para 2020, certamente, não está sozinho. Mas, convenhamos, nunca é tarde para pensar em um plano para o ano novo. Portanto, seja qual for o caso, este artigo pode ajudar a melhorar suas técnicas de vendas.
 

Uma meta de vendas é um objetivo que é definido para os representantes de vendas de uma empresa para um período específico, que pode ser mês, trimestre ou ano. Basicamente, as metas de vendas podem ser definidas em valores financeiros ou no número de bens ou serviços vendidos.
 

E se você está gerenciando uma equipe comercial, provavelmente deseja atingir sua meta utilizando as melhores técnicas de vendas, certo?
 

Tanto nas vendas B2C (Business to Consumer) quanto em B2B (Business to Business), o que mais importa é bater as metas. No final, o pessoal de vendas, incluindo os gerentes, são medidos por esses objetivos.
 

É por isso que os gerentes comerciais passam muito tempo definindo metas para seus representantes e buscando as melhores técnicas de vendas para aplicar durante esse processo. Por essa razão, os representantes lidam com muita pressão para atingir sua cota de vendas no final de cada mês.
 

Normalmente, atingir suas metas de vendas é um sinal de que sua equipe está tendo o melhor desempenho, seus leads são de alta qualidade e seu crescimento futuro é previsível. Em outras palavras, significa que as melhores técnicas de vendas estão sendo aplicadas.
 

E quem não quer isso? É por isso que vamos te ajudar. Confira, a seguir, dicas sobre as melhores técnicas de vendas.
 

Técnicas de vendas para bater as metas do mês

Deseja atingir (ou superar) suas metas de vendas? Comece definindo os alvos certos. Não há regras rígidas e rápidas para fazer isso, pois cada empresa é diferente. Geralmente, porém, você deve considerar os seguintes fatores ao definir metas:
 

  • Dados históricos de vendas.

  • Iniciativas e eventos de vendas ao longo do ano.

  • A capacidade da equipe de vendas.

  • Experiência dos vendedores.
     

Em vez de definir uma grande meta de vendas e aguardar o poder do pensamento positivo, ou a revelação de um grande segredo, vamos fazer algo diferente. Vamos nos preparar para o sucesso de vendas agora, adotando técnicas de vendas eficientes.
 

Sua meta de receita é um destino. Como qualquer destino, você pode chegar lá com um plano de vendas. Considere qual deve ser o seu plano de vendas. Aqui estão 10 dicas de vendas que ajudarão você a atingir sua meta mais rapidamente.
 

  1. Comece a gerenciar melhor seu tempo

Esse ditado não é novidade e todos nós já ouvimos que “tempo é dinheiro” – e isso é especialmente verdade para os vendedores. 
 

O gerenciamento de tempo é uma das disciplinas mais desafiadoras para os vendedores dominarem, porque eles sempre têm várias tarefas essenciais competindo por sua atenção ao mesmo tempo. 
 

Além de adicionar horas ao dia, busque hacks sólidos de gerenciamento de tempo que mostram como os representantes de vendas podem gerenciar efetivamente seus dias, meses e semanas, e desenvolver o hábito de ser proativo e superar resultados com facilidade.
 

  1. Saiba quebrar as principais objeções de vendas
     

A maioria dos vendedores considera as objeções uma coisa ruim, mas isso pode levar à perda da visão geral. Quando um cliente em potencial levanta uma objeção, isso não é necessariamente ruim. 
 

De fato, alguém levantando uma objeção significa que você tem a chance de encontrar uma resposta para ela. Perspectivas totalmente desinteressadas em comprar seu produto não significa perder tempo. 
 

Busque as objeções em vendas mais comuns que os vendedores enfrentam, e algumas maneiras para lidar com êxito, transformando-as em uma oportunidade de venda.
 

  1. Escreva propostas de vendas vencedoras

Entre as técnicas de vendas existentes, convencer as pessoas a fazer negócios é sempre um desafio. Ainda é mais difícil quando você não está na frente do cliente e depende de uma proposta de vendas por escrito para garantir um acordo. 
 

Portanto, busque escrever e aperfeiçoar propostas de vendas vencedoras, que os farão sentir que comprar com você é o melhor caminho a seguir.
 

  1. Otimize seu processo de vendas

Seja uma empresa grande ou pequena, otimizar o processo de vendas exige muito trabalho. É uma das coisas mais importantes que sua organização de vendas pode projetar, criar e otimizar. 
 

Um processo de vendas bem definido pode ser a diferença entre as empresas de alto e baixo desempenho. O processo de melhoria contínua precisa fazer parte de suas técnicas de vendas.
 

  1. Gerencie melhor seu pipeline de vendas

Em 2019, você, provavelmente, usou algumas estratégias de marketing, realizou campanhas bem-sucedidas e fez todo o possível para carregar seu pipeline de vendas com o máximo de negócios.
 

Mas o que vem depois? Você sabe se os negócios estão convertendo ou se perdendo? 
 

Se você deseja aumentar suas conversões neste novo ano, precisa gerenciar seu pipeline com eficiência, aperfeiçoando suas técnicas de vendas. 
 

  1. Faça chamadas de vendas mais eficazes

As chamadas de vendas nem sempre são fáceis. No entanto, pode ser a maneira mais rápida de construir um pipeline de vendas. E dominá-lo pode ser tremendamente gratificante, lucrativo e emocionante. 
 

Criar o fluxo de chamadas correto é, sem dúvida, uma das chaves mais importantes para uma venda bem-sucedida. 
 

  1. Crie e-mails de vendas perfeito

Como vendedor, você provavelmente gasta mais de um quarto do seu dia de trabalho na caixa de entrada de e-mail, constituindo uma parte crucial da sua comunicação de vendas. 
 

Agora, não seria ótimo se você pudesse escrever e-mails que são lidos o tempo todo? E não seria ainda melhor se você pudesse escrever e-mails de vendas que não apenas sejam lidos, mas também recebam respostas sempre? 
 

Parece um sonho, não é? Porém, com mais de 150 bilhões de e-mails comerciais enviados diariamente para todo o mundo, as chances de tudo isso acontecer são muito pequenas. Portanto, é preciso buscar as melhores práticas na elaboração de e-mails de vendas.
 

  1. Prepare melhor e reduza o tempo gasto em reuniões de vendas

O vendedor médio gasta 19% de seu tempo em reuniões de vendas. Com tanto tempo gasto em reuniões de vendas, você, obviamente, está fechando negócios, certo? 
 

Infelizmente, esse nem sempre é o caso. Segundo uma pesquisa feita pela empresa de Marketing Wizdom, apenas 1 em cada 50 transações é fechada na primeira reunião. 
 

Na próxima vez que você marcar uma reunião, tente reduzir o tempo e seja mais eficiente durante o período de prospecção.
 

  1. Otimize seu perfil nas redes sociais para vendas

Não faz muito tempo que a única maneira de gerar novos leads de vendas era pegar a lista telefônica, encontrar uma empresa local e, depois, ligar para apresentar seus serviços. 
 

A internet, no entanto, mudou tudo. Com o surgimento da venda social, as relações comerciais estão saindo das salas de conferência e entrando nas redes sociais. Em conjunto com outras técnicas de vendas, seus perfis podem fazer ou quebrar um acordo. Otimizar o seu perfil nas redes sociais é o primeiro passo para uma venda bem-sucedida na era digital. 
 

  1. Melhore sua estratégia de vendas com blogs e canais de vendas

Como um vendedor que procura se manter atualizado sobre o seu jogo, você precisa estar constantemente ciente de novas técnicas de vendas, dicas, truques e ferramentas que pode adicionar ao seu arsenal de vendas. 
 

Se você está procurando estratégias sobre como otimizar suas técnicas para vender, ou ​​sobre como gerar mais leads, a leitura de blogs e canais de vendas é uma ótima maneira de reunir ideias e dicas.
 

Impulsione suas vendas com uso de gatilhos mentais

Toda decisão que seu cliente toma consiste em muitas emoções conscientes e subconscientes. A chave do sucesso em qualquer empresa é a compreensão da psicologia e do comportamento humano.
 

Todos temos os mesmos gatilhos mentais básicos e necessidades que conduzem à ação. Se entendermos esses gatilhos psicológicos, podemos criar mensagens de marketing mais eficazes, sendo possível melhorar ainda mais as técnicas de vendas.
 

Se você não entende de técnicas de vendas, as palavras vão por terra se não forem usadas no contexto certo. Além disso, se você colocar os componentes de uma carta de vendas na ordem errada, as vendas serão desperdiçadas.
 

O ponto é que, para começar a realizar mais vendas, você precisa entender porque seus clientes em potencial se comportam da maneira que fazem, o que estão pensando e como é possível fazê-los agir na direção desejada.
 

É exatamente isso que você está prestes a descobrir nesta dica de venda adicional: apresentamos dez gatilhos psicológicos de vendas para trabalhar a partir de hoje.
 

Não estamos falando de manipular ou hipnotizar as pessoas para convencê-las a fazer uma compra. Tudo que você precisa é dar ao seu público o que ele quer. Os gatilhos mentais serão usados ​​para transformar visitantes em leads, e leads em clientes.
 

Você pode usar esses gatilhos mentais em suas cartas de vendas, postagens em blogs, boletins e muito mais, para obter mais assinantes, vendas, referências ou qualquer outra coisa que você precise para expandir seus negócios.
 

  • Evoque a reciprocidade

  • Desperte a curiosidade

  • Seja específico

  • Crie credibilidade e confiança

  • Leve à consistência

  • Use prova social

  • Promova o medo de perder uma oportunidade

  • Mostra autoridade sobre o produto ou serviço

  • Apresente os produtos e serviços como uma novidade

  • Use o senso de urgência
     

Use gatilhos psicológicos com sabedoria

Se você ainda não usa gatilhos psicológicos em sua promoção, saiba que está perdendo uma grande oportunidade de convencer seu público e fazer mais vendas.
 

No entanto, para obter os efeitos desejados, mais do que usar os gatilhos certos no momento certo, você deve oferecer algo que agregue valor ao seu cliente. Caso contrário, parece que você está apenas o manipulando para comprar seu produto, o que, a longo prazo, prejudica a imagem do seu negócio.
 

O segredo é aprender quando atrair e quando converter seus leads. E você sempre deve oferecer a eles um conteúdo valioso, independentemente do estágio em que estão.
 

As últimas dicas de vendas são: saia de sua zona de conforto e nunca pare de aprender

Se você deseja transformar seus resultados de vendas, deve passar mais tempo fora da sua zona de conforto. Por exemplo, a maioria dos vendedores se sente à vontade para ligar para compradores ou gerentes de produto, mas fica intimidada com a ideia de chamar CEOs de alto nível. 
 

Mas essas perspectivas de alto nível são onde você encontrará orçamentos maiores e poder de decisão. Busque oportunidades maiores e, em pouco tempo, você terá um desempenho consistente em um nível superior. 
 

Além disso, procure constantemente maneiras de crescer e se desenvolver. Torne-se um aluno dedicado e aprenda tudo o que puder sobre seu ofício. É hora de ir além da leitura de um livro aqui e ali. 
 

Em vez disso, leia todos os livros em que você pode ter as mãos, ouça audiolivros no seu trajeto, faça o download de e-books dos líderes de seu setor, assista a vídeos relevantes e inscreva-se em cursos online para transformar sua abordagem de vendas. Se o fizer, poderá oferecer mais valor, aumentar as vendas e fechar negócios maiores.
 

Se você conseguir empregar essas técnicas de vendas com sucesso, poderá gerar sentimentos de lealdade e comprometimento em seus compradores, o que tende a resultar em vendas vitoriosas. 
 

E então, como estão as suas vendas? Ficou com alguma dúvida? Escreva pra gente e até a próxima!

O debate sobre a privatização dos Correios não é bem uma novidade. Essa discussão já ronda a Agência Brasileira de Correios e Telégrafos faz um bom tempo – e os motivos são vários.

Considerada por muitos brasileiros uma empresa deficitária, ineficiente e corroída pela corrupção, o Correios está na vida dos brasileiros desde 1969 e, portanto, 50 anos percorrendo todo o país levando cartas e encomendas para muita gente. É normal que exista uma discussão a respeito do tema.

Privatização dos Correios, um dilema comum para muitos países

O Governo Federal tem o monopólio legal sobre cartas e caixas de correio. Esse controle dos Correios significa que os empresários são impedidos de entrar nos mercados de correspondências para tentar melhorar a qualidade e reduzir os custos para os consumidores.

Essa política é vista como uma anomalia, uma vez que a posição econômica geral do Governo Federal é incentivar a concorrência aberta nos mercados.

De fato, os volumes de entrega de correspondências caíram bastante – o atual modelo de negócios dos Correios ficou desatualizado devido a mudanças na tecnologia, mercados e necessidades e preferências dos clientes.

Por outro lado, o Correios expandiu seus negócios de pacotes e mostra resultados positivos em valores financeiros. Mas no ponto de vista econômico, não faz muito sentido ter uma estatal federal privilegiada, funcionando com base em impostos dos contribuintes, enquanto temos empresas privadas que fazem o mesmo trabalho.

O mercado de envio de correspondências e pacotes está evoluindo rapidamente, e o objetivo da política federal deve ser o de criar condições equitativas abertas à competição e à inovação.

Mas não somos nós que estamos passando por esse dilema. A Europa enfrenta o mesmo desafio de diminuir o volume de correspondência e se concentra na abertura dos mercados postais e na privatização de correios. Os Estados Unidos seguem a mesma ideia de privatização dos correios.

Prós e contras da privatização dos correios

Simplificando, a venda dos correios significa a transferência de funções do governo para o setor privado. Há vários fatores que afetam a decisão de um governo em realizar a privatização dos Correios:

  • Ideologia 

  • Corrupção

  • Redução de custos

  • História 

  • Eficiência e eficácia 

  • Redução de responsabilidade

À medida que a capacidade dos governos de financiar serviços públicos por meio de impostos e outras receitas é reduzida, principalmente em decorrência das últimas crises econômicas vividas por vários países do mundo, as autoridades buscam transferir suas responsabilidades para entidades privadas, que podem reduzir custos com mais facilidade, diminuindo salários e níveis de serviço desnecessários.

Além disso, entidades privadas menores e menos burocráticas geralmente prestam serviços iguais ou melhores com menos despesas do que o governo, sujeitas às regras e regulamentos em nível federal ou estadual.

Vantagens com a venda dos Correios

Embora exista muita verdade nas muitas de abuso de privatização e nos problemas que frequentemente o acompanham, os oponentes à ideia da venda dos correios não reconhecem que os governos não podem fornecer todas as coisas a todas as pessoas. 

Os cidadãos têm um desejo insaciável por serviços mais eficientes, especialmente se alguém estiver pagando a conta. Ao mesmo tempo, os contribuintes estão cada vez mais relutantes em aumentar os impostos para apoiar até serviços críticos. 

Como consequência, o Governo Federal é forçado a encontrar outras fontes de receita, cortar custos e realizar racionamento. Com os Correios privatizado, a transferência de funções da instituição para entidades privadas com fins lucrativos tem vários benefícios:

  1. Impostos mais baixos.

  2. Maior eficiência dos serviços.

  3. Eficácia aprimorada.

  4. Ausência de influência política na gestão.

Transferir a responsabilidade para uma entidade privada adequada elimina a probabilidade de casos que possam impactar na prestação do serviço ou no uso de recursos financeiros, a exemplo da corrupção.

Desvantagens da privatização dos Correios

Os opositores à privatização afirmam que a venda do Correios é simplesmente um esquema para desviar o dinheiro dos contribuintes e criar fluxos de receita e lucros ao longo prazo para as empresas. 

Considerado de interesse público, o Correios é visto como um centro de recursos dedicado a atender às necessidades da comunidade, e por isso, temos uma série de possíveis desvantagens da privatização:

  1. Custos mais altos para o público.

  2. Quedas na qualidade do serviço.

  3. Flexibilidade limitada.

  4. Corrupção e fraude contra administração pública.

Os opositores à privatização dos Correios apontam que as entidades comerciais têm o objetivo principal de obter lucro, muitas vezes visando uma meta superior a 10% antes dos impostos. 

Segundo eles, é ilógico que os lucros possam ser alcançados em todos os casos de privatização, eliminando o desperdício – é muito mais provável que os níveis de serviço sejam reduzidos ou os custos otimizados pela redução da mão de obra ou dos níveis salariais. 

Embora existam razões para justificar a privatização de alguns serviços do governo, é improvável retornar economias aos contribuintes pela privatização dos Correios.

Exemplos pelo mundo

A venda dos correios ocorreu na Nova Zelândia, onde os preços dos selos caíram, e na Austrália, onde as entregas pontuais subiram. 

Ela ganhou aplausos na Suécia, onde agora há concorrência, mesmo em regiões remotas do interior, e na Alemanha, onde o Deutsche Post está tirando vantagem da globalização e se expandindo para os mercados internacionais.

Um estudo recente do Serviço Postal dos Correios alemão diz que as cartas pessoais representam apenas 5,6% do serviço de entrega. Publicidade e lixo eletrônico, no entanto, é quase 60%. Isso lembra uma caixa de entrada de email?

Com os correios privatizado, a Alemanha mostrou que o serviço postal poderia fazer muito melhor do que ser uma agência de publicidade multibilionária. 

O serviço pode ter melhorado nos últimos 30 anos, mas tem US$ 11 bilhões em dívidas e está vendo uma demanda reduzida por correio de primeira classe para ganhar dinheiro, graças às fantásticas inovações tecnológicas do setor privado.

O serviço postal existente em várias partes do mundo reconheceu seus problemas, criando um plano de transição e prometendo “melhorar o valor de custo para os clientes, aumentando a eficiência operacional e promovendo uma cultura mais orientada para o desempenho”.

O outro lado da moeda

O serviço postal brasileiro precisa de uma reforma, não de um desmantelamento. É o argumento apresentado pelos opositores da ideia da privatização dos Correios.

Como os Correios fazem parte da história brasileira, o serviço de entregas de correspondências ajudou a desencadear uma revolução nas comunicações, espalhando notícias nacionais e globais pelos estados e territórios de todo o país. 

Uma das preocupações apontadas é o temor de que um sistema competitivo de empresas privadas não atenda às áreas rurais e nem leve serviços adicionais como o Banco Postal aos municípios mais distantes. 

A transformação do modelo de negócio

De fato, o que nos leva a pensar sobre a privatização dos correios é uma clara mudança no modelo de negócios. 

À medida que novas tecnologias surgem, a exemplo do e-mail e ferramentas de comunicação digital, empresas de inovação lançam novos serviços de entrega, e nos fazem pensar que a privatização dos Correios vai acontecer.

A Amazon, por exemplo, está avançando com seus próprios sistemas de entrega, enquanto as empresas de entrega no estilo Uber já apresentam projetos relacionados a entregas.

A privatização pode parecer radical para alguns brasileiros, mas uma revolução de privatização varre o mundo desde os anos 80. Governos em mais de 100 países transferiram milhares de empresas estatais para o setor privado. Ferrovias, aeroportos, sistemas postais e outros negócios avaliados em mais de US$ 3 trilhões foram privatizados nos últimos anos.

Em que pé estamos?

Ainda não temos certeza da privatização dos Correios: recentemente o governo incluiu oficialmente os Correios no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e deu mais um passo no sentido de desestatizar a companhia.

O fato é que, nos últimos meses, várias medidas têm sido tomadas na linha da privatização. Estudos e pareceres especializados ao setor postal para a avaliação de privatização dos Correios têm sido realizados nos últimos meses pela atual gestão federal.

Os estudos devem avaliar a regulação e legislação do setor, condições de mercado e experiências internacionais com o objetivo de buscar alternativas de parceria com a iniciativa privada, considerando a necessidade de atendimento universal do serviço postal.

Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o Correios diversificou suas atividades com a redução no envio de cartas. É o que mostra os números do Relatório Integrado de 2018 da estatal: 

  • O Correios está em 100% dos municípios.

  • 41% dos municípios são atendidos pelo Banco Postal.

  • Mais de 1 milhão de encomendas são entregues por dia.

  • A Estatal tem 25 mil veículos próprios.

  • Há mais de 11,7 mil agências de atendimento.

O que mostra que o processo de privatização não será algo simples, nem de se aprovar, nem de se realizar. Caso seja aprovado, um grande processo de venda e transição deve acontecer até a conclusão final.

O processo não será simples

De acordo com a Constituição Federal, a União é responsável por manter o serviço postal e legislar sobre o setor. 

Assim, para que ocorra uma eventual privatização dos Correios, será preciso ser aprovada pelo Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), o que requer tempo de discussão e votação em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado.

De acordo com a secretária Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, o processo de desestatização é dividido em sete etapas: 

  1. Recomendação da Inclusão no Programa Nacional de Desestatização pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos.

  2.  Inclusão no Programa Nacional de Desestatização por meio de Decreto Presidente da República.

  3. Contratação do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para realização de estudos para desestatização.

  4. Elaboração de estudos pelo BNDES e contratação de consultores, caso necessário.

  5. Com estudo pronto, é submetida a modelagem ao conselho do PPI para aprovação ou rejeição. O estudo abrange tanto aspectos econômicos, como jurídicos e trabalhistas, e pode apontar diversos cenários, inclusive a inviabilidade da privatização.

  6. Com estudos aprovados e alterações na regulação feitas, segue-se o processo de leilão (caso seja essa a decisão do Conselho do PPI) para a Desestatização.

  7. Havendo sucesso no leilão, o ativo é transferido à iniciativa privada.

Como vimos, o caminho é longo, e, atualmente ainda estamos na segunda fase desse processo. P e portanto, estamos entrando na etapa de estudos, após a contratação do BNDES.

Como em muitas questões relacionadas ao governo, tudo leva ao partidarismo, inflama emoções e obscurece os fatos. 

Mas o fato é que muitos governos pelo mundo estão enfrentando fortes crises econômicas, lutando para fornecer os serviços mais básicos aos seus cidadãos. 

Com restrições orçamentárias, eliminar os serviços e interromper investimentos críticos em educação, segurança e infraestrutura é algo arriscado e que não pode acontecer. Portanto, todas as medidas para melhorar a situação, incluindo a privatização, devem estar em cima da mesa para que o país prospere.

Ao mesmo tempo, o governo deve reconhecer que alguns serviços e ativos não podem ser terceirizados ou vendidos sem a devida avaliação dos riscos e impactos para a economia e principalmente para a sociedade.

Sempre haverá necessidade de mediar entre funções e responsabilidades públicas e privadas. É preciso deixar de lado as questões políticas partidárias e buscar as melhores opções para o país.

Para operar um site de comércio eletrônico totalmente funcional, você precisa facilitar o pagamento de seus clientes. Todo o seu negócio gira em torno de ser pago, e isso passa diretamente pelas formas de pagamento do seu e-commerce.

Porém, precisamos considerar que existem várias opções para aceitar pagamentos online. Se você já possui uma plataforma de comércio eletrônico ou está iniciando um site de comércio eletrônico do zero, seu gateway de pagamento precisa ser uma prioridade.

Você precisa ter opções que sejam atraentes para todos os seus clientes. Isso porque todo mundo tem preferências diferentes. Portanto, é preciso adicionar várias formas de pagamento ao seu site de comércio eletrônico.

Em uma análise inicial, os custos para implementar diversas formas de pagamento podem ser elevados. Porém, em longo prazo, essas despesas não farão muita diferença quando você compará-las com as receitas que pode gerar com mais usuários engajados em finalizar suas compras.

Você está pronto para levar seu e-commerce para o próximo nível? Então, é fundamental encontrar as melhores formas de pagamento para um processo de pagamento rápido e seguro. Confira, neste artigo, as principais opções a serem consideradas.

Por que oferecer várias formas de pagamento?

Se você oferecer apenas um método de pagamento, os seus clientes já podem começar a realizar suas compras, certo? Porém, nem sempre essa única forma de pagamento servirá para todas as pessoas. Afinal, cada consumidor possui suas próprias preferências.

Embora seja possível conviver com um método de pagamento online fácil e seguro, muitos clientes estão começando a ter a expectativa de usar o seu favorito. Se o cliente prefere pagar por boleto e você não oferece essa opção, o mais provável é que ele busque essa alternativa na loja virtual de um concorrente.

Com a crescente popularidade de serviços como PayPal e PagSeguro, os clientes estão cada vez mais capazes de fazer check-out em uma variedade de sites sem ter que gastar tempo adicionando todas as informações de pagamento e endereço para cada compra. Em vez disso, eles só precisam fazer login em uma conta que usam regularmente e, em muitos casos, talvez nem precisem fazer isso se o dispositivo se lembrar.

Isso cria uma experiência mais fácil e conveniente para eles – especialmente no celular, em que um número crescente de compras online está ocorrendo. Quanto mais seus visitantes esperarem esse tipo de conveniência, menor a probabilidade de eles se incomodarem com um site que os faça trabalhar mais.

Portanto, a resposta é bem simples: você deve dispor de várias formas de pagamento para oferecer uma experiência mais satisfatória ao cliente. Afinal, clientes mais felizes estão mais inclinados a realizar uma compra. E, certamente, é isso que você busca com um e-commerce.

Principais formas de pagamento

Com a evolução da tecnologia, existem cada vez mais formas de pagamento que podem ser exploradas por um e-commerce:

Cartões de crédito

Como solução global de pagamento, os cartões de crédito são a forma mais comum de pagamento online dos clientes. Para as lojas virtuais, é possível incorporar o pagamento pelo cartão de crédito em seu gateway de pagamento. Basta que o usuário insira os dados do seu cartão para garantir a compra do produto desejado.

Pagamentos mobile

Para os usuários que não desejam utilizar o cartão de crédito, é possível optar pelos pagamentos mobile – que oferecem uma solução rápida e eficiente. Os pagamentos mobile também são comumente usados em portais de doações, jogos de navegador e redes de mídia social – permitindo que os usuários paguem até mesmo por SMS.

Transferências bancárias

Os clientes inscritos em um serviço de Internet Banking podem fazer uma transferência bancária para pagar suas compras online. O método garante que seus fundos são usados com segurança, pois cada transação precisa ser autenticada e aprovada, primeiro, pelas credenciais de banco, antes que a compra efetivamente ocorra.

Carteiras digitais

Uma carteira digital armazena dados e fundos pessoais de um cliente, que são usados para comprar em lojas online. A inscrição em uma carteira digital é rápida e fácil – exigindo que o cliente insira apenas uma vez os seus dados de pagamento. Além disso, as carteiras digitais também podem funcionar em combinação com o pagamento mobile por meio do uso de tecnologia inteligente, como dispositivos NFC (Near Field Communication). Ao tocar em um terminal NFC, os telefones celulares podem transferir instantaneamente os fundos armazenados no telefone.

Cartões pré-pagos

Os cartões pré-pagos são uma das formas de pagamento alternativas, comumente usados por clientes sem contas bancárias. Eles podem ser carregados com diferentes valores e armazenar um saldo que pode ser usado nas compras online.

As empresas de jogos online costumam usar cartões pré-pagos como método de pagamento preferido, com moeda virtual armazenada em cartões pré-pagos para um jogador usar nas transações dentro do jogo.

Depósito direto

Depósitos diretos ocorrem quando os clientes instruem seu banco a retirar fundos de suas contas para concluir os pagamentos online. Os clientes geralmente informam o banco sobre quando os fundos devem ser retirados de suas contas, definindo uma programação. Um depósito direto é um método de pagamento comum para serviços do tipo assinatura, como aulas online ou compras feitas com preços altos.

Boleto bancário

O boleto bancário é uma das formas de pagamento mais comum no Brasil. Trata-se de um documento que permite que o seu emissor receba do pagador o valor referente àquele pagamento. Na prática, o consumidor pode emitir um boleto bancário ao finalizar a sua compra e realizar o seu pagamento posteriormente – seja indo até uma lotérica, no seu banco ou com um aplicativo móvel.

Criptomoedas

As criptomoedas são moedas digitais que estão rapidamente ganhando interesse como método de pagamento para transações online. Em vez de usar a moeda utilizada no país, trata-se de um sistema diferente de troca, que é aceito por várias lojas virtuais.

O que são gateways de pagamento online?

Os gateways de pagamento online são os serviços de comércio eletrônico que processam as informações de pagamento dos sites. Eles servem para a transmissão de dados entre clientes, lojistas e seus bancos e redes adquirentes.

Ao utilizar um gateway de pagamento, você garante dois benefícios principais para seu e-commerce:

1. Processo de checkout rápido e fácil

Você já começou a fazer uma compra e percebeu que o processo de compra do item levou muito tempo e exigiu mais trabalho do que você estava disposto a fazer?

A taxa média de abandono de carrinho de compras – pessoas que expressaram uma clara intenção de comprar e depois não o fizeram – é muito alta. Se o seu processo de checkout coloca barreiras no processo de compra, a probabilidade de você perder vendas é alta.

Um bom gateway de pagamento online torna o processo simples e intuitivo, para você garantir a maioria dessas vendas em vez de perdê-las.

2. Criptografia para manter as informações do seu cliente seguras

A ameaça de roubo de identidade significa que toda transação online que um cliente faz requer confiança. Você deve garantir que as informações confidenciais fornecidas por eles estejam protegidas contra hackers que buscam roubar informações de cartão de crédito de sites vulneráveis.

Como os gateways de pagamento online são especializados no processamento de informações financeiras, eles possuem os recursos de criptografia e segurança adequados para manter as informações de seus clientes em segurança.

Principais intermediários de pagamentos

Para facilitar a vida do consumidor, é possível usar os serviços dos intermediários de pagamento. Esses sistemas permitem que você não precise contratar operadoras de cartão de crédito e bancos. Quando um e-commerce utiliza este tipo de serviço, quem recebe o pagamento é o intermediário, que é responsável pela aprovação da venda e pelo repasse do valor à loja virtual.

Ou seja, são formas de pagamentos que facilitam os processos, pois os intermediários de pagamentos oferecem um pacote completo de serviços: diversos meios de pagamento, garantia contra fraudes, capital de giro e conciliação financeira simplificada.

Veja quais são os principais intermediários de pagamentos que você pode usar:

PagSeguro

É a solução de pagamentos online da UOL. Suas tarifas são de 3,99% mais o valor fixo de $0,20 por transação. Além disso, você pode oferecer parcelamentos sem acréscimo por uma taxa de 2,99% por parcela.

PayPal

O PayPal é um sistema de pagamento online muito popular no mundo todo. Para vendas à vista, sua taxa é de 4,99% + R$0,60. Já para vendas parceladas em até 12x sem juros é preciso adicionar 2,39% para cada parcela.

Mercado Pago

O Mercado Pago é a solução do Mercado Livre para enviar e receber pagamentos online. A sua taxa é de 4,99% para cada pagamento aprovado.

PayU

O PayU é uma plataforma de pagamento online para recebimento de pagamento de cartão de crédito. A sua taxa é de 3,49% por transação com uma tarifa adicional de R$0,39. Já a sua taxa de antecipação é de 1,99%.

PagHiper

Trata-se de uma empresa que realiza a emissão de boletos para o lojista. A taxa é de R$2,49 por boleto pago.

Pagar.me

O Pagar.me é uma solução de pagamento online que possui uma estrutura para fazer a intermediação de informações entre o comprador, o lojista e os bancos. A sua taxa é de 3,5% + R$0,50 por transação aprovada em até 12 vezes.

Pagamento instantâneo: inovação nas formas de pagamento para 2020

Além de todas as formas de pagamento que já vimos ao longo deste artigo, também é preciso acompanhar as novidades que podem surgir no mercado. E um ótimo exemplo disso é o “pagamento instantâneo”.

O “pagamento instantâneo” é um projeto conduzido pelo Banco Central que tem o objetivo de garantir a interoperabilidade dos meios de pagamentos por meio de transferências instantâneas, disponíveis 24h por dia, sete dias por semana. Esse projeto deve entrar em operação em 2020.

Com a implementação desse projeto, a expectativa é que o dinheiro flua mais rapidamente para o lojista, com custo de transferência baixo. Será possível realizar pagamentos de baixo valor sem o custo associado às taxas de adquirência ou às de uma TED, por exemplo.

A ideia do Banco Central com o projeto “pagamento instantâneo” é criar uma nova infraestrutura, similar a existente para as TEDs, mas que funcione 24h e não fique restrita apenas a bancos. Assim, fintechs, varejistas e iniciadores de pagamento (e-wallets) poderão ter acesso a esta rede – democratizando seu acesso por parte da população.

As possibilidades e potenciais benefícios para a sociedade são muito grandes. Veja quais são eles:

  • Redução dos custos das transações financeiras

  • Construção de uma realidade que permite estabelecer uma infraestrutura capaz de atingir um nível de interoperabilidade e de abrangência tão grande que viabilize uma economia sem dinheiro em espécie

  • Mais segurança nas transações financeiras

  • Maior acesso aos serviços financeiros

  • Novos modelos de negócio

  • Maior transparência

  • Redução de crimes relacionados às finanças – como corrupção e lavagem de dinheiro

LifeApps: uma plataforma com integração com diversos gateways de pagamento

O sucesso de um e-commerce passa por diversos fatores, certo? Desde o planejamento das atividades até a definição das estratégias de vendas, são muitos os aspectos que merecem atenção constante do empresário.

Isso também inclui a escolha de uma plataforma de e-commerce capaz de suprir todas as suas necessidades. Com tantas formas de pagamento existentes, é importante buscar uma alternativa que facilite a integração com as principais plataformas de pagamento para oferecer mais alternativas ao consumidor.

A LifeApps é uma plataforma de e-commerce fácil de integrar e flexível para qualquer negócio. Isso inclui integração com diversos gateways de pagamento para tornar o momento do checkout mais simples e prático para o consumidor – garantindo uma variedade de formas de pagamento.

Você já conhecia todas essas formas de pagamento para e-commerce? Quer conhecer melhor as funcionalidades do LifeApps? Então visite a nossa página.