Dentro do ambiente corporativo de empresas de tecnologia existe sempre a discussão entre sistemas Android e IOS. Porém, recentemente surgiu um novo protagonista nessa história: os celulares Xiaomi.

A marca chinesa vem se destacando pelo crescimento por meio da produção de diversos aparelhos e conquistando novos fãs, principalmente pela capacidade do software e os preços acessíveis.

Para o uso corporativo, é comum que seja buscada uma boa relação de custo-benefício, certo? Os profissionais precisam conseguir utilizar tranquilamente todos os aplicativos e ferramentas necessários no dia a dia do trabalho – sem a necessidade de recursos de luxo.

Entretanto, essa é uma avaliação que requer atenção. Afinal, trocar os aparelhos de toda uma equipe envolve um alto custo financeiro. Quanto mais assertiva for a decisão, maior pode ser a economia e melhor pode ser o trabalho executado pelos profissionais.

Mas, afinal, será que os celulares Xiaomi são uma boa alternativa para a sua empresa? Ou você deveria confiar na força da marca da Apple? Neste artigo analisaremos melhor as suas opções. Confira.

Expansão dos celulares Xiaomi x marca da Apple

Os celulares Xiaomi estão cada vez mais populares entre o público. E essa tendência também começa a invadir as organizações brasileiras – que podem considerar esses aparelhos para os seus funcionários.

Porém, ainda existe um certo receio pelo fato de Xiaomi ainda ser uma marca recente no mercado. Por outro lado, existe todo o poder da Apple – que já está mais do que consolidada.

Ou seja, temos duas realidades completamente diferentes ao compararmos os celulares Xiaomi com os aparelhos da Apple.

Xiaomi e sua expansão global

Os celulares Xiaomi estão em processo de expansão global. E trata-se de uma expansão rápida e bem-sucedida.

Segundo dados da fabricante chinesa, o seu lucro líquido no quarto trimestre de 2018 mais que triplicou, alcançando 1,85 bilhão de iuans (275,59 milhões de dólares), com receita mais forte. Esses números superaram a estimativa média de 1,7 bilhões de iuans que havia sido feita por analistas.

Esses resultados mostram que a Xiaomi está resistindo muito bem à desaceleração do mercado chinês de smartphones, o maior do mundo, aumentando o foco em mercados como a Índia e a Europa.

Para compensar a desaceleração do mercado doméstico, a empresa cresceu agressivamente na Europa. Após lançar-se no continente no início de 2018, a empresa agora é a quarta maior fornecedora de telefones da região.

A tendência é que a presença dos celulares Xiaomi seja cada vez maior em uma escala global. Afinal, todo esse crescimento vem acontecendo porque o público está satisfeito com a qualidade dos aparelhos e a ótima relação de custo-benefício apresentada.

Apple e o poder de uma marca valiosa

Pelo sexto ano consecutivo, Apple e Google foram consideradas as marcas mais valiosas do mundo, segundo o Best Global Brands.

Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou três características: performance financeira dos produtos e serviços sob a chancela da marca; papel da marca na decisão de compra do consumidor; força da marca para garantir um preço premium ou ganhos futuros para a empresa.

Em 2018, o valor da marca Apple cresceu 16% (US$ 214,48 bilhões). Trata-se de um grande indicativo de que a força da marca está cada vez maior.

Estamos falando de uma realidade bastante diferente dos celulares Xiaomi. Enquanto a marca chinesa está em processo de expansão pelo mundo, a Apple já está no mercado desde 1976 e é uma velha conhecida de qualquer profissional.

Se analisarmos esse fenômeno, é possível entender que a Apple consegue expressar seus valores e sua missão em cada nível de atuação: com os colaboradores, no atendimento ao cliente e na qualidade dos produtos.

É esse conjunto de fatores que contribui para a construção de uma marca tão forte. Além disso, ainda podem ser considerados alguns fatores de marketing que contribuem para o sucesso – como a simplicidade no design e a expectativa produzida antes de cada lançamento.

Principais fatores para considerar na sua avaliação

Agora que já entendemos todo o background que envolve as marcas Xiaomi e Apple, podemos fazer uma análise mais prática. Afinal, é dessa forma que você pode encontrar os melhores aparelhos para utilizar no seu negócio.

Para isso, vamos levantar os pontos positivos de cada sistema, fazendo um comparativo sobre as tecnologias para que você possa tomar a melhor decisão.

Inicie com um iPhone 11 ao lado de um Xiaomi MI 9. Em uma primeira análise, esses aparelhos parecem muito semelhantes. Eles oferecem configurações semelhantes, os mesmos aplicativos, nos mesmos tipos de grades, com abordagens semelhantes para notificações e configurações rápidas.

A grande diferença está no preço: o aparelho da Apple custa cerca do dobro do valor do celular da Xiaomi.

Então, será que a sua decisão já pode ser tomada com base nessas informações?

Na verdade, ainda existem muitos outros fatores que devem ser analisados com mais cuidados para fazer uma boa comparação entre celulares Xiaomi e Apple. Veja quais são eles:

Privacidade

Nos últimos anos, a Apple tem se empenhado em falar sobre as vantagens de privacidade do usuário que usa o iOS. Menos dados são enviados para a nuvem, mais dados são armazenados com segurança no seu dispositivo, e a Apple afirma não coletar dados sobre você sem autorização prévia, de acordo com a própria empresa.

Muitos dados enviados de volta à Apple, incluindo consultas de pesquisa e locais de mapas, são agregados e anonimizados, embora nem todos. Se você estiver usando aplicativos que necessitam dos seus dados, como o Find My iPhone, por exemplo, a Apple precisa saber quem você é e onde está o telefone para ajudar a encontrá-lo.

Por outro lado, a Xiaomi usa uma versão própria do Android – que é o sistema operacional do Google – e o Google gosta de coletar o máximo possível de informações pessoais para criar mais serviços personalizados.

Obviamente, a questão de quantos dados são coletados – dados que podem ser vinculados a você pessoalmente – é um pouco diferente da maneira como esses dados são usados. O Google alega que está usando todas as informações coletadas de maneira responsável e útil.

A Apple se posiciona como uma empresa que está menos interessada em coletar informações de seus usuários e exibir anúncios para eles, e mais interessada em defender a privacidade do usuário. Já o Google admite que coleta mais dados, mas promete ter cuidado com eles – então, em última análise, tudo se resume a quanto você confia nessas empresas gigantes de tecnologia e se você está mais confortável usando o iOS ou o Android no seu telefone.

Compatibilidade

A abordagem da Apple é bem conhecida: a integração e o suporte entre os aparelhos e aplicativos da própria Apple é impecável. Porém, você pode acabar enfrentando complicações se busca sair da bolha da Apple.

Por outro lado, os celulares Xiaomi dão mais liberdade para o usuário. A compatibilidade do Android é muito ampla. Grande parte dos recursos de um smartphone podem ser usufruídos com tranquilidade pelos usuários – com exceção daqueles que são exclusivos da Apple.

Segurança

As perspectivas de segurança para iOS e Android são muito favoráveis à Apple. Isso acontece por que existem mais malwares direcionado a dispositivos Android, que concede mais liberdade aos usuários – porém, essa liberdade também pode ser usada de forma negativa.

Os iPhones não são invulneráveis a tentativas de hackers, mas são muito mais seguros, e você não precisa se preocupar tanto com segurança. Isso significa que os aplicativos às vezes são restritos no que podem fazer, mas o benefício é que aplicativos mal-intencionados não conseguem controlar o dispositivo com tanta facilidade.

Compre de um fornecedor respeitável, atenha-se à Google Play Store, aplique algumas regras de senso comum entre os funcionários e você provavelmente ficará bem – mas é justo dizer que você precisa estar em alerta.

Aplicativos

Para o bem ou para o mal, os aplicativos Android ainda têm vantagem sobre os aplicativos iOS quando se trata de quão profundamente eles conseguem penetrar no sistema operacional móvel. Esse é o motivo pelo qual você não pode alterar seu aplicativo SMS padrão em um iPhone, gravar uma chamada no próprio telefone, abrir um link a partir de um e-mail em algo que não seja o Safari ou ter liberdade completa para personalizar o design da sua tela.

Acabamos de ressaltar que a Apple possui uma segurança reforçada, certo? E um dos motivos parar isso é o grande controle sobre todos os aplicativos que estão disponíveis para download. Certamente você possui opções muito mais amplas quando utiliza um celular Xiaomi equipado com o sistema Android.

Levando isso em consideração, pode ser uma ótima ideia avaliar quais são os aplicativos que você precisa instalar nos smartphones dos funcionários para que eles desempenhem seu trabalho (como as redes sociais, gestão de equipes, controle de vendas, calendário, etc) – verificando se todos estão disponíveis para Android e iOS.

Afinal, devo escolher celulares Xiaomi ou Apple?

Acabamos de fazer uma boa avaliação dos principais fatores que interferem na sua escolha entre celulares Xiaomi ou Apple. Porém, no fim das contas, sempre será necessário fazer uma análise mais específica dos aparelhos comparados.

Ou seja, de acordo com o orçamento da sua empresa, você pode fazer comparações entre aparelhos que estão na mesma faixa de preço ou que possuem os recursos que você necessita. É dessa forma que você pode decidir entre um iPhone 11, iPhone XS, iPhone 8 Plus, Xiaomi MI 9, Xiaomi MI 8, entre outras alternativas.

Nessa situação, considere os principais aspectos que variam entre um aparelho e outro:

  • Preço

  • Recursos

  • Desempenho

  • Bateria

  • Tela

  • Câmeras

Ao combinar os conhecimentos que você obteve sobre as marcas Xiaomi e Apple com as informações de cada um dos aparelhos, será possível tomar a decisão mais rentável para o seu negócio.

Além disso, não esqueça de considerar as particularidades do seu negócio. Algumas empresas trabalham com aplicativos pesados que requerem um aparelho com melhor desempenho. Outros negócios podem ter a necessidade de câmeras boas para que a equipe externa faça registros de qualidade. Já alguns modelos de empresa podem ter vendedores que passam o dia inteiro fazendo trabalho de campo e precisam de baterias que durem mais tempo.

Após identificar os recursos que são mais importantes, vem a questão financeira. Quanto menos você puder gastar para obter todos esses recursos, melhor!

Você gostou das informações sobre os celulares Xiaomi e Apple? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Deixe o seu comentário!

Falar em futuro do trabalho em um presente que já está em constante mudança é um grande desafio para as empresas. O Fórum Econômico Mundial em sua reunião realizada em 2019 já nos mostrava o que vem por aí para os próximos anos quando disse:

“As próximas duas décadas prometem uma revolução em larga escala em nossas vidas profissionais.”

O futuro do trabalho é um tópico presente nos principais debates e discussões a respeito do tema, e com toda razão. É sempre importante perguntar “Para onde estamos indo?”, especialmente em um ambiente tão centrado na mudança quanto o nosso.

De fato, o trabalho do futuro já chegou e os líderes estão basicamente reinventando sua mão de obra através da força de trabalho. Impulsionados principalmente por uma onda de novas plataformas sob demanda e soluções de gerenciamento de trabalho online, modelos e hierarquias que estão sendo desenvolvidos e substituídos por um mercado de talentos em total transformação.

As empresas, sob forte demanda por novos produtos e serviços voltados ao mercado digital, fornecerá a rápida inovação e mudanças organizacionais que as empresas precisam para se transformar em negócios verdadeiramente digitais.

O futuro do trabalho que já chegou: 10 principais tendências para os próximos 10 anos

O relatório Tendências Globais de Capital Humano da Deloitte feito 2019, baseado em uma pesquisa com 10.000 participantes em 119 países, baseia-se no que os profissionais hoje estão atribuindo valor e no que sentem ser e seriam as maiores oportunidades e desafios a serem enfrentados nos próximos anos.

Com essas percepções globais definindo o contexto, vamos mergulhar nas dez principais mudanças a serem observadas no trabalho do futuro para os próximos dez anos nas empresas de diferentes segmentos, inclusive nas empresas de distribuição.

  1. Aprendendo a aprender, desaprender e reaprender

Mudança pressupõe adaptação. Com um ambiente de negócios cada vez maior e suas ferramentas cada vez menores, como é o caso dos dispositivos móveis, e passando por mudanças digitais e tecnológicas, não é surpresa que os profissionais de todo o mundo percebam o aprendizado como a tendência mais importante para se preparar.

Para organizações de grandes resultados, o aprendizado não é o fim nesse processo de mudança, é o comportamento que impulsiona o desempenho. O aprendizado e o gerenciamento de desempenho não coexistem apenas, eles dependem um do outro.

Para oferecer experiências de aprendizado que aumentam o desempenho, os líderes operacionais precisam capacitar os funcionários para impulsionar seu próprio desenvolvimento com um aprendizado alinhado ao indivíduo, à equipe e aos objetivos de negócios relacionados.

  1. Conduzindo a experiência do funcionário

A crescente importância da interface do usuário também se estendeu ao local de trabalho. No trabalho, no entanto, a experiência da mão de obra profissional não se limita apenas às interfaces tecnológicas, toda interação que um funcionário tem com a organização desde o estágio da candidatura até quando o funcionário sai ou se aposenta.

Com a tecnologia preparando o caminho, as organizações precisam se adaptar ao tipo de experiência que os funcionários desejam. Todos os aspectos do gerenciamento de talentos e das métricas de pessoas precisam ter não apenas a meta de negócios em mente, mas também a meta de fornecer uma experiência envolvente para os funcionários.

  1. Mobilidade de talentos versus estagnação e complacência

Na atual corrida pela mão de obra com talento, o engajamento é a chave para manter os funcionários certos. Para envolver os funcionários a longo prazo, é preciso haver uma cultura que lute contra a estagnação da carreira e a imobilidade de papéis.

Permitir que os trabalhadores se movam dentro do sistema, encontrem seu nicho, tenham permissão para mudar e encontrem um novo nicho para reinventar suas habilidades é uma ótima maneira de ajudar os funcionários a crescer e retê-los. Isso vale especialmente em um ecossistema com uma força de trabalho alternativa crescente.

  1. A evolução da liderança

Muitas forças de trabalho agora são virtuais, o trabalho em casa é um dia normal no escritório, as equipes se reúnem e desmontam com base em projetos sem funções ou títulos fixos, mas combinando competências para as necessidades do projeto.

Os líderes que virão precisam poder lidar com essa força de trabalho, construir relacionamentos eficazes e criar uma estratégia vencedora todos os dias. As habilidades de liderança mais centradas no ser humano serão a maior prioridade em um mundo que fica progressivamente dependente de Inteligência Artificial (IA) com uso de chatbots, Aprendizado de Máquina (ML) e outras recente tecnologias.

  1. Tecnologia de RH ágeis, melhores e mais simples

Com a tecnologia de RH se tornando uma tendência que as organizações precisam adotar e adaptar efetivamente, tanto a mentalidade da empresa quanto o planejamento orçamentário precisam ser a favor da transformação mais suave. Isso se aplica à seleção das ferramentas e suítes corretas de gerenciamento de capital humano.

Um bom sistema de gerenciamento de capital humano também deve permitir recursos plug and play fáceis. É aí que o futuro da tecnologia de RH precisa liderar as organizações, rumo a um trabalho ágil, inteligente e envolvente.

  1. Criatividade, colaboração e comunicação

O futuro do trabalho exige que as organizações invistam na criação de uma cultura onde a criatividade prospera, a colaboração é facilitada e a comunicação é incentivada. A tendência atual de liderar pelo exemplo exige que essa mudança cultural seja conduzida de cima para baixo, com o envolvimento efetivo dos funcionários do alto escalão.

A colaboração não se refere apenas à cooperação entre equipes e funções, mas também entre líderes de negócios e chefes de RH.

  1. Do bem-estar à felicidade no trabalho

A importância da saúde mental e emocional no trabalho está ganhando força cada vez maior e com toda razão.

Com ferramentas habilitadas para Inteligência Artificial para monitorar e orientar melhor a saúde dos funcionários, a tendência de criar uma força de trabalho mais saudável e feliz está guiando ativamente as decisões organizacionais.

  1. A ascensão dos “super-empregos”

Com os trabalhos evoluindo para “superjobs” que definem o contexto para o desenvolvimento de novas habilidades, os processos básicos e nossa compreensão deles também passariam por alguns ajustes.

Essa é uma tendência separada da atualização mais difundida nos processos de aprendizado e desenvolvimento, porque isso tem a ver com a modificação de cargos, tarefas e funções como as conhecemos.

  1. Um tesouro de dados

Hoje, nosso universo de dados define quem somos e todas as experiências digitais que surgem são baseadas e ajustadas à nossa identidade de dados. Até empresas como o Twitter usam algoritmos para fazer suposições precisas sobre nosso gênero, por exemplo, simplesmente com base em nossa atividade na plataforma. Tudo isso, apenas para experimentar um mundo mais personalizado.

É isso que as empresas que buscam o futuro do trabalho próximo precisam explorar de maneira inteligente para mergulhar em um pool de informações prontas e sob demanda para tomar melhores decisões, criar locais de trabalho mais felizes e levar a um maior sucesso nos negócios.

  1. Vencendo com diversidade

Com a diversidade, apesar das várias linhas de conversa sobre o assunto, o processo tem sido relativamente lento desde os estereótipos, ser preconceituoso e exercer viés são todos padrões de pensamento e comportamento que estão evolutivamente arraigados em nós.

Dito isto, a tendência está certamente em ascensão e, com a tecnologia dando mais impulso a ela, a próxima década poderá esperar o momento se intensificar à medida que novas composições demográficas começarem a trabalhar juntas.

Embora essas sejam as principais tendências que vemos crescer para impactar o local de trabalho na próxima década, o mundo do trabalho é um macrocosmo dinâmico, onde mesmo as menores mudanças levam a grandes diferenças e subsequentes ondas de tendência.

No entanto, o que as organizações precisam se perguntar é se estão felizes em acompanhar ou estão prontas para liderar a mudança.

A mudança da força de trabalho: tendências que também chegam nas empresas de distribuição

Embora as estratégias dos centros de distribuição sejam quase sempre orientadas principalmente por considerações de logística, o acesso à força de trabalho continua a desempenhar um papel crítico.

Seja contratando 20 ou 2.000 funcionários do centro de distribuição, as empresas precisam ter certeza de que podem atender às suas necessidades de contratação, tanto para operações normais quanto para elevações sazonais.

Em resumo, entender a força de trabalho nas comunidades é tão crítico como sempre para identificar os locais ideais.

As condições do mercado de trabalho em tempo real no setor de distribuição é a mudança na demanda pelas principais ocupações de movimentação de materiais.

Equilibre diversas análises para identificar condições ideais da força de trabalho

Embora existam várias maneiras de monitorar e avaliar as condições do mercado de trabalho para atividades de logística, não há um único ponto de dados que destaque o mercado de trabalho ideal para um centro de distribuição por conta própria.

Como resultado, é importante equilibrar as projeções de emprego a longo prazo e as condições do mercado em tempo real para minimizar o risco associado à localização, em um futuro do trabalho em grande transformação, que também impacta as empresas de distribuição.

Os armazéns também estão aumentando a adoção da automação para atender aos requisitos de atendimento direto ao consumidor. As características altamente variáveis ​​da indústria de comércio eletrônico atual estão fazendo com que os varejistas e atacadistas busquem soluções mais adaptáveis ​​e escaláveis.

A tendência de crescimento das compras do sistema de transporte e robótica móvel autônoma no armazém continuará. No entanto, a automação de armazém geralmente é apenas uma parte da solução para atender às necessidades da empresa.

E espera-se apenas mitigar, e não solucionar, o desequilíbrio entre oferta e demanda de trabalho.

A “cadeia de suprimentos digital”? será o conceito de tecnologia em distribuição para os próximos anos

A cadeia de suprimentos digital “é um termo abrangente que continuará sendo usado para identificar os esforços de software, comunicação e automação da cadeia de distribuição que atendem a determinados critérios digitais.

O termo é amplo o suficiente para incluir uma gama de tecnologias e casos de uso. Mas não há um universalmente (ou mesmo amplamente) definição aceita da cadeia de abastecimento digitais no entanto, a digitalização, comunicação de informação e armazenamento em formato legível digital, computador – é certamente um requisito fundamental.

Com a tecnologia avançando, o aprendizado de máquina, Inteligência Artificial e Internet das Coisas, por exemplo, são aplicáveis a um vasto número de tecnologias de logística que impactará o futuro do trabalho nas empresas de distribuição.

Elas estão sendo aplicadas para aprimorar os sistemas de gerenciamento de armazém, sistemas de visão robótica, planejamento e visibilidade da cadeia de suprimentos, e muito mais.

Além disso, as operações de atendimento estão valorizando mais a adaptabilidade para atender a horizontes de atendimento mais curtos e às constantes mudanças nas necessidades do mercado.

Portanto, a necessidade de se adaptar ao futuro do trabalho com novas habilidades não vai diminuir. A previsão é que as novas tecnologias e formas de trabalhar sejam aplicadas de maneira muito mais abrangente nas empresas de distribuição em 2020 e muito além.

Você já pensou em investir em um pet shop online? Essa é uma tendência muito forte para o segmento, levando muitos empresários a considerarem essa possibilidade. E isso vale tanto para organizações que estão entrando no mercado quanto para pet shops que já possuem anos de atuação com vendas em um ponto fixo.

O mercado de e-commerce cresce ano após ano no Brasil. Segundo dados levantados pelo Ebit/Nielsen, o mercado de e-commerce brasileiro cresceu 12% e faturou 53,2 bilhões em 2018. E esses resultados vem se mostrando ainda melhores durante 2019.

É possível encontrar os mais variados produtos vendidos por meio da internet. E os pet shops não ficam de fora dessa tendência. Com consumidores cada vez mais habituados a fazer compras pela internet, essa é uma possibilidade que não pode ser descartada.

Além de se adequar às necessidades do mercado, um pet shop online proporciona novas oportunidades para uma empresa. Torna-se possível criar um modelo de negócio mais enxuto, reduzir custos e ampliar o mercado consumidor – sem falar de outros benefícios que veremos ao longo deste artigo.

Confira logo a seguir as principais informações que você precisa saber sobre a tendência do pet shop online!

O mercado de pet shop no Brasil

Antes de entrarmos especificamente nas vendas digitais, é importante compreender o contexto do mercado de pet shop no Brasil. Para isso, vamos usar como base os dados levantados pela Abinpet sobre o Mercado Pet Brasil em 2019:

  • A população de animais no Brasil era de 139,3 milhões em 2018 – sendo 54,2 milhões de cães, 39,8 milhões de aves, 23,9 milhões de gatos, 19,1 milhões de peixes ornamentais e 2,3 milhões de outros pets.

  • O crescimento acumulado da população de animais no Brasil é de 5,2% entre 2013 e 2018.

  • O faturamento total do mercado pet em 2018 foi de R$20,3 bilhões – sendo 73,9% em pet food, 17,7% em pet vet e 8,4% em pet care.

  • Em relação ao mercado internacional, o Brasil possui a 2ª colocação no faturamento alcançado em 2018 – ficando atrás somente dos Estados Unidos.

Por que investir no pet shop online?

Basta uma simples análise para compreender os benefícios de investir no pet shop online no Brasil. Com base nos dados que acabamos de analisar, podemos afirmar que o mercado do e-commerce e o mercado de pet shop estão em expansão. Portanto, por que não uni-los em um modelo de negócio?

Trata-se de uma combinação que tem o potencial de atender às necessidades do consumidor atual. As pessoas estão cada vez mais abertas a ter um pet e consomem cada vez mais pela internet. E o seu negócio pode ajudá-las a cuidar dos seus animais de estimação com mais eficiência.

10 benefícios do pet shop online

Além de aproveitar as oportunidades que existem no mercado, a abertura de um pet shop online ainda traz consigo diversos benefícios que ajudam uma empresa a alcançar o sucesso. Veja quais são os principais desses benefícios:

1. Baixos custos

Um dos principais benefícios de investir em um pet shop online é que manter um site ou aplicativo no ar é mais barato que uma loja física. Você não precisa pagar aluguel, altos valores com contas básicas e contratar vários funcionários para trabalhar nela. Além disso, o custo das estratégias de marketing digital também é baixo.

2. Flexibilidade e velocidade

Um indivíduo ou uma empresa pode abrir facilmente uma loja online dentro de alguns dias, enquanto um ponto de venda físico precisa de um longo tempo para preparação do espaço da loja pra receber o público. Da mesma forma, também é possível iniciar ações de marketing efetivas em pouquíssimo tempo pela internet.

Em termos de flexibilidade e velocidade, o pet shop online supera as lojas físicas com facilidade – e esse recurso é considerado um dos principais benefícios do comércio eletrônico. O empresário é capaz de lidar com todas as operações apenas com uma conexão com a internet, ferramentas digitais adequadas e uma equipe enxuta.

3. Agilidade do processo de compra

Até alguns anos atrás, realizar qualquer compra exigia um planejamento do consumidor. É preciso comprar ração para o cachorro? Então seria necessário sair um pouco mais cedo do trabalho e desviar do caminho habitual para efetuar a compra.

Com o surgimento das lojas virtuais, essa realidade mudou drasticamente. Um dos principais benefícios do comércio eletrônico é que ele acelera o processo de compra.

As lojas online estão abertas 24 horas por dia, portanto, o consumidor pode efetuar suas compras conforme sua conveniência. O e-commerce ajuda o cliente a comprar um produto específico facilmente, sem perder tempo, dando-lhe acesso a uma ampla variedade de opções. Além disso, ainda ocorre uma economia no tempo de viagem, pois o produto está sendo entregue no destino de sua escolha.

4. Descrição abrangente dos produtos

Os clientes procuram uma descrição abrangente dos produtos que desejam comprar. Com um pet shop online, você pode oferecer a seus clientes um catálogo de produtos que possui todas as informações úteis – permitindo que eles escolham exatamente o que desejam para seus pets.

5. Melhoria do relacionamento com o cliente

Informações sobre os gostos e desgostos de um cliente são muito importantes. Com base nos dados coletados, é possível executar ações pontuais para manter a atenção do público.

Você já recebeu um e-mail falando sobre um livro que você visualizou em uma loja virtual? Ou então viu anúncios de smartphones justamente quando você estava pensando em trocar de celular? Esses são bons exemplos de ações de marketing executadas com base no seu histórico de navegação.

Com base nisso, um pet shop online pode melhorar o relacionamento com o cliente. Ao identificar que um consumidor compra somente ração para gato, você pode oferecer outros produtos relacionados a gatos – sem perder tempo oferecendo brinquedos para cachorros ou aquários para peixes.

6. Simplificação do gerenciamento do estoque

Com um pet shop online, você pode economizar tempo e facilmente reduzir seu custo de estoque quando comparado às lojas físicas. Uma plataforma digital oferece recursos e facilidades que automatizam várias responsabilidades – introduzindo um sistema de automação do gerenciamento do inventário.

Quando uma compra é realizada e o pedido é processado, o seu controle de estoque pode ser automaticamente atualizado. Dessa forma, você coloca fim em toda a confusão que pode surgir para manter os níveis adequados de produtos em estoque.

7. Prova social

Uma loja virtual pode incentivar o envio de reviews e comentários de seus clientes sobre a sua satisfação. Com base em análises positivas, os clientes em potencial que acessam o seu pet shop online podem ser influenciados positivamente para fechar uma compra.

8. Marketing rápido e acessível

As lojas físicas podem ter que gastar centenas de reais em ações promocionais e, portanto, o custo do produto e o custo final são maiores. Já um pet shop online pode usar o marketing online para promover seus produtos por um valor muito inferior.

E o que não faltam são boas opções de ações para explorar: parcerias com outros sites, lançamento de vídeos de marketing, uso das mídias sociais, produção de conteúdo sobre animais de estimação, envio de e-mail marketing, anúncios digitais, entre várias outras.

9. Eliminação das limitações geográficas

Uma loja física está localizada em um local específico e, na maioria dos casos, somente as pessoas que moram nas proximidades vão visitá-la. Por outro lado, um e-commerce não está limitado por fronteiras geográficas.

Um cliente pode acessar o pet shop online de qualquer lugar do mundo com a ajuda de uma conexão à internet e um dispositivo para operá-lo. A plataforma está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana para todos os seus clientes – onde quer que eles estejam.

10. Maior margem de lucro

Os custos para criação e manutenção de uma loja de comércio eletrônico é mínimo em comparação com as lojas físicas. Além disso, você também economiza em marketing, mão de obra e custos indiretos. Isso dá ao pet shop online uma vantagem adicional, pois é capaz de vender seus produtos com uma margem de lucro maior.

Como se preparar para investir em e-commerce?

Você ficou interessado em seguir a tendência do pet shop online? Antes de colocar o seu e-commerce no ar, é importante iniciar uma preparação – que passa pelos seguintes fatores:

Análise financeira

Mesmo com custos menores do que uma loja física, é importante fazer uma boa análise financeira para identificar o valor do investimento total e o tempo de retorno sobre o seu investimento.

Busca por fornecedores

Outro ponto importante para pensar antes de iniciar as vendas é sobre os fornecedores. Procure encontrar fornecedores confiáveis para todos os produtos que você deseja incluir no seu mix.

Registro da empresa

O registro legal da empresa também é necessário para uma loja virtual – da mesma forma que para qualquer outra pessoa jurídica. Portanto, é necessário procurar um profissional da contabilidade para garantir que todas obrigações sejam cumpridas.

Processos internos

Apesar de possuir processos mais simples do que uma loja física, um pet shop online precisa estruturar corretamente suas rotinas internas. Isso inclui o controle de estoque, gestão financeira, produtos ofertados, ações de marketing, logística de entrega, entre outras atividades do dia a dia de trabalho.

Plataforma de e-commerce

Para começar a expor seus produtos e fechar suas primeiras vendas, será necessário colocar no ar um site ou um aplicativo próprio. E a escolha de uma plataforma de e-commerce que facilite esse processo é essencial para aumentar as suas chances de sucesso no mercado.

 

Você já conhecia a forte tendência do pet shop online? Quer saber como colocar a sua loja virtal no ar? Então conheça a LifeApps – uma plataforma de e-commerce fácil de integrar e flexível para qualquer negócio.

Iniciar um ecommerce talvez seja um dos desafios mais “democráticos” que temos na atual Economia Digital. De microempreendedores à gigantes do mercado, do varejo ao atacado, todos buscam o mesmo objetivo: alcançar o sucesso através de sua loja virtual no menor tempo possível.

 

Criar um ecommerce é muito mais do que escolher um nome de marca e começar a vender produtos on-line. Até as melhores ideias de negócios podem falhar se você não tiver um planejamento e gerenciamento adequado à realidade do seu segmento e, principalmente, de seu público-alvo.

Não existe uma estrutura de negócios única que funcione para todos. Negócios baseados em serviços, software, vendas de produtos digitais e produtos físicos são apenas a ponta do iceberg.

Por isso, antes de decidir sobre o que vender online, você precisa entender os diferentes modelos de negócios disponíveis e, a partir daí, definir toda a arquitetura do seu negócio online. Mas vamos com calma, temos uma longa jornada pela frente.

Sucesso no ecommerce: não é uma ciência para construir foguete, mas depende de uma sólida estrutura de negócios

Se o foco são os produtos físicos, isso não implica uma necessidade de você investir pesado ou encher sua garagem com produtos. Como você buscará produtos e gerenciamento de inventário?

Se você deseja obter lucro sem tocar no seu produto, ou investir pesadamente no início, o Dropshipping é uma escolha inteligente.

Se você gosta da ideia de ter seu próprio armazém cheio de mercadorias, está investindo em um modelo de atacado ou armazenamento. Tem uma ideia de negócio para a ideia perfeita de produto ou um produto favorito que você deseja vender sob sua marca? Olhe para rotulagem e fabricação.

Além disso, existem assinaturas, nas quais você seleciona cuidadosamente um conjunto de produtos, ou um único, para ser entregue em intervalos regulares aos seus clientes.

Os modelos de negócios de ecommerce são variados. Percebe o quanto sua jornada é desafiadora? Estamos apenas no começo, e, nessa etapa inicial, vamos definir os primeiros passos que interferem diretamente no tempo necessário para que uma iniciativa de e-commerce dê certo.

  1. Faça a pesquisa de nicho do seu ecommerce

Escolher o seu nicho é o passo mais importante na abertura do seu negócio online. Inicie esse processo identificando empresas de sucesso que já trabalham neste espaço.

Verifique se a área é competitiva – uma ausência de concorrência geralmente indica que também não há mercado.

Não escolha um nicho superlotado, e pule qualquer coisa dominada pelas principais marcas. Se estiver tendo problemas com isso, faça uma pesquisa detalhada sobre o que você quer fazer – quanto mais específico for, menor a probabilidade de enfrentar a concorrência.

  1. Defina as personas e a seleção de produtos

Agora que você identificou um nicho e um modelo de negócios, pode ficar tentado a começar a procurar produtos para vender.

Antes de pensar em ideias de produtos, pense em personas. Você não pode esperar que as pessoas comprem seu produto se não souber para quem está vendendo. O que a loja representa? Quem são seus clientes ideais? Você precisa projetar uma imagem de marca consistente (uma jornada que comece com o nome da sua marca).

Depois de identificar a imagem que você deseja projetar, e o cliente para o qual você está atendendo, é hora de ter ideias de produtos. Antes de investir no produto, o avalie com cuidado. 

Mesmo se você escolher um modelo de dropshipping, é vital testá-lo com cuidado e ter uma ideia do produto, para poder identificar possíveis problemas e preparar scripts de atendimento ao cliente para responder a perguntas comuns.

  1. Estabeleça sua marca e negócios de ecommerce

Se você deseja iniciar um negócio de sucesso, precisa de uma marca que se conecte à sua persona. Identificar sua persona facilita a criação de uma marca de comércio eletrônico. 

Porém, antes de montar sua loja e entrar no âmago da questão da construção de uma marca, existem algumas etapas básicas que você precisará seguir.

  • Registre sua empresa

  • Escolha o nome da sua loja online

  • Obtenha suas licenças e permissões comerciais

  • Encontre os fornecedores certos

  • Invista no visual de sua loja virtual

  • Defina sua operação de entrega e devolução

Crie sua loja online

Depois de registrar sua empresa legalmente e começar a pensar em design, é necessário registrar seu nome de domínio e quaisquer URLs de redirecionamento que possam ser relevantes. Você precisará das informações de design que definiu na última etapa para, finalmente, construir sua loja.

Existem centenas de plataformas de comércio eletrônico, inclusive a LifeApps. Escolher o software de ecommerce certo não é fácil. Você precisa avaliar cuidadosamente itens como velocidade de carregamento, recursos, compatibilidade com diferentes gateways de pagamento, compatibilidade com sua estrutura de negócios, suas habilidades de desenvolvedor web, recursos amigáveis ​​para SEO e muito mais.

A configuração da sua loja online é muito mais do que adicionar seus produtos e conteúdo. Você também precisa configurar seu marketing e automação de e-mail.

Isso é importante para configurar antes de obter tráfego. O marketing por e-mail é essencial para gerar conversões. Configure cupons, e-mails de agradecimento e vendas diretas para transformar visitantes em compradores. Você também precisa pensar no suporte ao cliente.

Uma pequena pausa em nossa programação!

Antes de continuar a leitura de sua futura jornada, vale dar uma pausa para destacar alguns pontos importantes quanto ao tempo necessário para um e-commerce dar certo. 

Essa pausa é vital uma vez que você esteja imaginando que será necessário um longo tempo até colocar sua loja virtual no ar – mas não é bem assim.

Na prática, a LifeApps tem clientes que entraram no ar em apenas 1 mês! Sim, isso é possível, mas é necessário foco e comprometimento com as tarefas junto ao time de implantação. 

Falar sobre estruturação de comércio eletrônico no menor tempo possível significa que o projeto precisa de um dono, um profissional responsável. Como vimos até agora, há várias vitórias a serem conquistadas durante a jornada. 

Ter à disposição um especialista faz com que possamos avançar em detalhes importantes na operação da loja virtual, a exemplo do uso de um ERP, que precisa ser integrado à plataforma de e-commerce contratada, etc. 

Além disso, precisamos verificar as integrações de pagamento e, até mesmo, uma agência de publicidade para atender os investimentos em marketing e atrair clientes para sua loja de ecommerce.

Outro ponto relevante nessa breve pausa é destacar a diferença entre colocar seu comércio eletrônico no ar e ele dar certo – essas são coisas diferentes, e que vamos destacar no restante do nosso artigo.

Fechado esse breve “parênteses”, vamos à segunda grande etapa da nossa jornada: a loja virtual no ar. 

Loja virtual no ar: agora é só faturar muito dinheiro – será?

O pensamento de ganhar dinheiro enquanto você dorme é atraente. Imagine acordar de manhã e chegar ao seu maior pedido do ano através de uma venda de ecommerce. Agora, pense na sensação de estar de férias na praia e ter sua maior semana de vendas do ano.

Essa é a beleza do comércio eletrônico. Você pode trabalhar de sua garagem, e alguém que mora do outro lado do mundo pode pedir seu produto.

O grande problema dos empreendedores que iniciam um negócio de ecommerce é que eles lançam um site e depois relaxam, enquanto esperam pacientemente a chegada dos pedidos. 

Infelizmente, não é assim que funciona. Se você escreve um ótimo livro, por exemplo, precisa garantir que ele seja distribuído para gerar vendas. Caso contrário, ele vai ficar juntando poeira. O mesmo vale para o ecommerce: você precisa divulgar o seu site e seus produtos, caso contrário, não verá pedidos chegando.

O ponto de virada

Apesar dos passos descritos na nossa jornada, que, na verdade, apresentamos de forma resumida, a realidade é que colocar uma loja virtual não é tão complicado assim, porém, alcançar o ponto de virada, quando efetivamente é possível verificar que está dando certo, não é tão fácil quanto todos imaginam.

Se você está interessado em seguir esse caminho, deve planejar seriamente os seus negócios. Esteja preparado para investir em marketing e outras ações que possam impulsionar sua loja virtual e, também, pronto para fazer investimentos que possam garantir o ciclo de vida de sua empresa até alcançar o sucesso desejado.

Além disso, pontos importantes, como proteção de dados dos clientes, eficiência nas entregas, e suporte ao pós-venda são pontos de extrema importância, e que estão ligados diretamente ao sucesso do seu ecommerce.

Claro que qualquer pessoa pode criar um site com algumas coisas à venda, mas como você realmente faz as pessoas aparecerem no site? Como lida com a logística e o atendimento, especialmente se o seu fornecedor está no meio do mundo? Como você sabe se tem um bom mercado ou não?

Não se esqueça do marketing por email e do marketing de conteúdo: eles são cruciais quando você inicia o site de comércio eletrônico pela primeira vez. Se você deseja gerar um número maior de vendas já nos primeiros meses de funcionamento, busque se aprofundar nas etapas acima e, certamente, estará no caminho do sucesso.

Todas essas são perguntas que empreendedores enfrentam nos últimos anos. As lojas de ecommerce podem ser um excelente negócio para entrar, se você se dedicar algum tempo para aprender como estruturá-lo corretamente. Não existe fórmula mágica – mas, sim, determinação.