Antes de chegar no consumidor, existem os bastidores de todas as produções, e ter uma gestão de cadeia de abastecimento eficiente promoverá uma integração harmônica entre todos os elementos, desde a entrada da matéria-primas até a entrega ao cliente final.

Todo esse caminho envolve a empresa, o fornecedor, os provedores de logística e o cliente. Portanto, já é possível entender a importância de gerenciar com eficácia esse conjunto de relacionamentos para que a organização trabalhe de forma estratégica e chegue até seus melhores resultados.

Quer saber mais sobre a cadeia de abastecimento, a sua importância e funções? Acompanhe.

O que é cadeia de abastecimento?

Abastecer uma empresa significa adquirir os materiais necessários para manter a atividade do negócio, desde o início da produção até a comercialização dos produtos. 

De forma simples, a cadeia de abastecimento consiste na compra de materiais, peças e insumos que são necessários para a atividade da empresa. Esta modalidade logística também se refere aos lojistas, centros de distribuição e revendedores.

Ter uma gestão da cadeia de abastecimento significa agregar valor ao cliente desde a fabricação dos materiais, passando pela produção dos bens e serviços, a distribuição e a entrega para o consumidor final.

Por que a cadeia de abastecimento é importante

Ter planejamento e uma boa estratégia é fundamental para o crescimento de qualquer negócio, e uma boa logística sobre a cadeia de abastecimento é parte dessa organização, por isso, traz diversos benefícios. Confira 6 vantagens em trabalhar uma boa gestão da cadeia de abastecimento.

Facilitar o planejamento das compras

Para ser bem-sucedido, um negócio não pode sofrer com a falta de mercadoria, e essa é uma das vantagens de ter uma cadeia de abastecimento. A previsibilidade quanto à necessidade de repor o estoque vai evitar a falta de itens, além de fazer com que os suprimentos cheguem no tempo certo.

Em contrapartida, também não é conveniente ter uma aquisição excedente e aumentar o custo do estoque. Portanto, facilitar o planejamento das compras é de suma importância para o negócio.

Aumento de produtividade

Uma organização que sofre com a falta de materiais para abastecer a produção, certamente, tem prejuízos, porque, muitas vezes, as atividades precisam ser interrompidas até a chegada dos suprimentos.

Neste caso, gerir a cadeia de abastecimento é fundamental para garantir que o planejamento seja seguido sem paradas, mantendo o nível de produtividade dentro do estipulado pela organização.

Além disso, uma boa gestão de cadeia de abastecimento vai facilitar a separação dos produtos comprados, e eles serão armazenados de forma estratégica, para ajudar na produção.

Redução de custos

Em um processo de compras para abastecer a empresa de suprimentos essenciais para a produção, o objetivo principal é ter o melhor produto com o menor custo.

Um bom gerenciamento da cadeia de abastecimento vai permitir a negociação de preços, um melhor planejamento de entrega, aumentar a quantidade de fornecedores e a manutenção do inventário sempre em dia.

Não haverá a aquisição de mais produtos do que o necessário, evitando estoques inativos e aumento de custos. Certamente, estas medidas irão aumentar a eficiência do negócio, diminuir os custos e, consequentemente, ajudar no equilíbrio das finanças.

Melhorar a reputação da marca

Uma das formas de ganhar espaço no mercado é ter uma boa reputação. Ter uma empresa confiável, conhecida como uma organização que se preocupa com a satisfação do cliente é o objetivo de qualquer empresário.

Por isso, é necessário ter um processo logístico que garanta que não ocorram percalços, além de flexível, para oferecer soluções ágeis frente aos problemas. Por isso, uma boa gestão da cadeia de abastecimento é um elemento estratégico da operação.

Satisfação do cliente

Uma cadeia de abastecimento bem gerida permite satisfazer o cliente não só por meio do cumprimento dos prazos, mas também pelo aumento da qualidade do produto que é entregue, agregando valor à essa experiência.

Cumprimento dos prazos

Quando a cadeia de abastecimento é organizada e tem um fluxo bom, o transporte e distribuição dos produtos até o cliente, geralmente, é feito dentro do prazo estipulado e acordado entre as partes.

Funções de uma cadeia de abastecimento

Basicamente, podemos agrupar as funções da cadeia de abastecimento em três operações, que se referem a comprar, armazenar e gerenciar o estoque dos produtos necessários para a produção.

Quando falamos em aquisição de mercadoria, estamos nos referindo ao processo de compra dos produtos que a área de produção e/ou comercial precisa. Isso envolve a escolha de fornecedores, sempre levando em consideração fatores como preço, qualidade, condições de pagamento, prazos de entrega, etc.

Já a armazenagem é o espaço que o produto ficará até ser usado pela equipe de produção. Além disso, também há o armazenamento do produto pronto, que ficará guardado antes de seguir para o consumidor final.

A terceira função da gestão de cadeia de abastecimento é gerenciar o estoque, o que significa determinar a quantidade de inventário com que trabalhar, bem como os prazos para compra de suprimentos para cobrir as necessidades de produção e comercialização da organização, sempre levando em consideração evitar estoque excedente, o que resulta em aumento de custo.

Tipos de abastecimento

Os tipos de abastecimento vão depender do tempo em que recebemos os suprimentos ou da variação de demanda. Vamos falar, aqui, dos três principais métodos de gerenciamento da cadeia de abastecimento de uma organização:

Just-in-time

Traduzindo para o português significa “na hora certa”. Neste caso, os suprimentos são necessários naquele momento, e não precisarão de armazenamento. Apesar de diminuir os custos de armazenagem, esse tipo de abastecimento é arriscado, pois aumenta a chance da falta de produtos e, também, de dependência dos fornecedores.

Abastecimento sincronizado com a produção

Neste tipo de abastecimento, quem dita o ritmo de compra e estoque é a necessidade da produção. Por isso, é possível estabelecer um cronograma com as datas que as mercadorias devem ser entregues para garantir a produtividade.

Essa forma de armazenagem pode reduzir os custos e evita problemas com a falta de suprimentos.

Estoque de segurança

É um tipo de armazenamento baseado na antecipação. Empresas que optam por ter um estoque de segurança possuem provisões extras para qualquer imprevisto relacionado a mudanças na demanda ou atrasos de fornecedores.

É importante destacar que essa metodologia aumenta os custos de armazenagem, ao mesmo tempo que elimina qualquer possibilidade de escassez ou interrupção na produção por falta de suprimentos.

Entretanto, é preciso atenção no que se refere ao controle do processo de abastecimento, produção e comercialização, já que um maior tempo de armazenagem pode levar a perdas de qualidade e deterioração do estoque.

Não podemos dizer que existe um método melhor na gestão da cadeia de abastecimento, mas sim que é preciso avaliar o que funciona melhor para o seu negócio, com base em suas características, metodologia de trabalho e recursos.

Como aplicar a cadeia de abastecimento na empresa

Vamos falar agora sobre como aplicar a cadeia de suprimentos em seu negócio.

Planejamento

O mercado trabalha sempre com oferta e demanda. Uma empresa que já tem seu produto inserido no mercado, sabe aproximadamente quantos produtos e matérias-prima serão necessários para a produção além de conhecer formas de se relacionar com os seus clientes

Isso envolve prazos de pagamento, qualidade do produto final, segurança na entrega. Portanto, o gestor de cadeia de abastecimento deve sempre considerar o quanto precisa estocar, qual é a melhor forma de o produto ser transportado e quais as melhores rotas para que ele chegue ao seu destino final de forma rápida e em segurança.

Tenha todos estes itens em mente ao fazer seu planejamento, para que suas previsões melhorem a cada dia com a experiência da sua gestão. É importante ter controle sobre os processos e como eles são executados

O quanto você conhece dos seus processos de estoque e entrega?

Para ter sucesso na cadeia de abastecimento, é necessário que os processos estejam organizados, desde a forma com que se faz o descarregamento do produto em seu estoque, o armazenamento, até a entrega ao cliente final.

Seja cuidadoso e entenda quem faz esse serviço na empresa, e se essa pessoa está treinada e alinhada com a qualidade do trabalho. Pequenas coisas podem fazer grande diferença no espaço que você consegue no mercado.

Priorize a estabilidade do negócio

Uma gestão de cadeia de abastecimento estável precisa pensar em alternativas para os possíveis problemas que possam aparecer, como, por exemplo uma falha da transportadora ou atraso na entrega de uma matéria-prima.

Por isso, é fundamental ter alternativas de fornecedores e empresas terceirizadas que possam atender suas necessidades com qualidade.

O que é preciso considerar na cadeia de abastecimento

Para ter uma gestão eficaz e ágil da cadeia de abastecimento, é preciso considerar alguns pontos importantes.

  • Demanda: é preciso estimar a demanda dos produtos para produção, com base no histórico da empresa;
  • Fornecedores: tenha sempre uma boa seleção de fornecedores, que garantam a entrega pontual de produtos de qualidade;
  • Fluxos de abastecimento: dentro da gestão da cadeia de abastecimento é preciso administrar o de forma eficiente, para ter a mercadoria necessária disponível sempre que necessário, sem excedentes;
  • Tipo de abastecimento: avalie com cuidado qual é o modelo que mais se adapta às necessidades da sua empresa;
  • Recebimento do material: quando receber os produtos comprados, é fundamental certificar-se que a mercadoria corresponde ao que foi adquirido. 

Quais são os desafios no processo de gestão da cadeia de abastecimento

Trabalhar a gestão da cadeia de abastecimento não é algo tão simples. É preciso promover uma integração harmônica entre todos os elementos que compõem o fluxo de bens, serviços e informações.

Essa gestão tem o objetivo de monitorar todo o processo, desde a entrada do produto ou matéria-prima até a entrega ao cliente final, e por isso, passa por alguns desafios.

Coordenar as equipes

Aqui, estamos falando dos fornecedores, funcionários, fabricantes e transportadores. O ideal é deixar bem claras as expectativas da empresa em relação aos parceiros e aos padrões de qualidade dos produtos e serviços esperados.

Os funcionários precisam ser bem orientados também no que se refere à cadeia de abastecimento. Depois da pandemia, ocorreram alguns impactos na formação desses profissionais, e se você quiser saber mais sobre isso, veja nosso vídeo.

Analisar os resultados

Uma boa alternativa é trabalhar com índices de performance diferentes para cada etapa logística e fazer essa análise individualmente. Assim, será possível entender o que precisa ser melhorado.

Assertividade e adaptação

Hoje em dia, as mudanças são constantes, e para garantir que sua empresa esteja sempre atualizada, é preciso ter respostas rápidas e se adaptar.

Esta adaptação pode exigir flutuações no volume  de compras e de pedidos, e por isso, contar com contratos que contemplam estas variações é fundamental para garantir o equilíbrio financeiro.

Para resumir, destacamos, portanto, a importância da cadeia de abastecimento bem planejada e estruturada, pois ela pode impactar a empresa em todos os níveis, seja ele o estratégico, o tático ou o operacional.
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Confiabilidade no e-commerce é um assunto que merece toda a atenção por parte de você, empreendedor. Isso porque, com o crescimento do comércio eletrônico e a consequente disseminação de fraudes envolvendo compras na internet, os consumidores estão cada vez mais atentos a aspectos relacionados à segurança.

Uma recomendação bastante disseminada, inclusive, é a de nunca comprar de uma loja que você não conheça ou que não forneça parâmetros mínimos de segurança.

Em um cenário como esse, negócios pouco comprometidos em transmitir uma mensagem de confiabilidade e trabalhar efetivamente para oferecer mais segurança para seus clientes terão dificuldades para se manter competitivos.

Por isso, é preciso entender como tornar a operação de seu e-commerce mais segura. Acompanhe e fique atento às dicas apresentadas a seguir.

Gerando mais confiabilidade no e-commerce com um domínio próprio

Antes de colocar o site de sua empresa no ar, será necessário escolher um domínio. Isto é, qual será o endereço do site.

Essa é uma questão aparentemente simples, mas que faz toda a diferença em relação à presença digital de sua empresa. Um domínio intuitivo ou personalizado pode trazer mais facilidade para o público encontrar seu negócio na internet, gerando mais confiabilidade para forma como a empresa se apresenta.

Vale ainda lembrar que o domínio não armazena as informações, trata-se somente do caminho pelo qual se chega ao conjunto de arquivos desejados. Com ele, é possível que o cliente encontre seu site e, dessa forma, as informações que ele deseja. A partir de domínio adequado, sua marca fica protegida na rede e somente o seu negócio poderá utilizá-la.

Como gerar confiabilidade no e-commerce?

Vejamos, então, como gerar confiabilidade no e-commerce.

Opere em uma plataforma segura

A plataforma na qual seu e-commerce está hospedado diz muito sobre segurança. É ela quem vai armazenar todos os arquivos de sua loja e disponibilizá-lo em ambiente online.

E na hora de escolher qual serviço contratar, vale ficar atento a aspectos como capacidade de processamento, limite de dados para armazenamento de arquivos e tipo de servidor. Caso sua loja tenha um tráfego significativo, por exemplo, é preciso pensar na configuração de um serviço capaz de lidar com a demanda, caso contrário, você poderá comprometer a operação de seu negócio.

Em relação a empresa contratada, vale apostar em um parceiro reconhecido do mercado digital por prestar bons serviços, sobretudo quando o assunto é segurança. Considere, portanto, contratar apenas parceiros suficientemente qualificados.

Utilize selos de confiabilidade

Os selos de confiabilidade no e-commerce são representações utilizadas para avalizar a segurança de sua loja. Eles podem fazer referência ao tipo de criptografia utilizada, a ferramentas para monitoramento de ameaças ou vinculação a algum tipo de autoridade certificadora.

Os selos, basicamente, podem ser divididos entre dois tipos, sendo eles:

  • O selo estático é uma imagem com a logo da sua certificadora, e utilizada apenas para indicar que o site utiliza a criptografia, mas não possui validação.
  • O selo dinâmico apresenta informações da sua organização para os consumidores, dependendo da certificadora. As informações são apresentadas em tempo real através da certificadora.

E para melhor compreender a importância dos selos de confiabilidade, vejamos alguns exemplos.

Certificado de Segurança SSL

O chamado Secure Socket Layer (SSL) é um padrão internacional de segurança. Sites que o utilizam garantem que as informações transmitidas entre servidor e navegador são mantidas em integridade.

Site Blindado

O Site Blindado é um serviço bastante popular no mercado digital. A empresa que leva o nome do certificado atesta que o e-commerce rotineiramente monitora vulnerabilidades e as corrige quando necessário.

ReclameAqui

O selo do ReclameAqui não tem relação com medidas de segurança, mas funciona como um termômetro de confiabilidade quando o assunto é qualidade do atendimento. Certamente, traz grande credibilidade para quem o utiliza.

Invista em um layout equilibrado

Uma boa apresentação em seu site serve ao objetivo de encantar o público e apresentar ao usuário um belo cartão de visitas. Mais do que isso, um layout equilibrado é capaz de transmitir uma imagem de confiabilidade, dando a entender que seu negócio não é uma empresa amadora.

Pensando nisso, vale optar por temas considerados adequados para a identidade de sua marca, assim como em uma organização de cores equilibrada com os blocos de textos apresentados.

Nas páginas de produtos, por exemplo, trabalhe com imagens de alta qualidade, chamativas e que valorizem o item apresentado.

Mantenha contato com seus clientes

Um ponto interessante para trazer mais confiabilidade no e-commerce é manter contato constante com o seu cliente. A compra foi efetivada? Envie um e-mail de confirmação. O produto saiu para a entrega ou está em trânsito? Mande um novo e-mail informando o status.

O mesmo vale para o pós-venda. Após a entrega do produto, é interessante investigar qual foi a experiência do cliente por meio de pesquisas de satisfação ou questionários.

Algo que também traz bastante credibilidade é a disponibilização de canais de atendimento, pois embora o natural seja o usuário cumprir todas as etapas de uma compra de forma inteiramente online, as pessoas desejam contar com a possibilidade de contatar a empresa sempre que necessário.

Utilize a estratégia da prova social

A prova social no e-commerce é outra estratégia bastante explorada. Para quem nunca ouviu falar no termo, trata-se da manifestação de pessoas reais a respeito da experiência com um produto ou serviço.

Isso pode acontecer por intermédio de vários canais: comentários em redes sociais, avaliações em fóruns especializados em determinado nicho de produtos, reviews apresentados em sites especializados, feedbacks sobre a empresa no site ReclameAqui, entre outras possibilidades.

Quanto a isso, os gestores precisam entender que, cada vez mais, as pessoas estão em busca de interações reais, com conteúdo capaz de auxiliar sua decisão de compra. Não podemos nos esquecer que, ao comprar pela internet, o consumidor não tem condições de experimentar o produto, ver de perto seu funcionamento ou avaliar seus aspectos estéticos.

Justamente por isso, a prova social é altamente valorizada. Vale, portanto, incentivar sua audiência a manifestar suas impressões a respeito do produto adquirido. Ainda que nem todos os comentários possam ser positivos, você poderá oferecer às pessoas demonstrações reais sobre a qualidade de seus produtos.

Faça das redes sociais a vitrine de sua marca

As redes sociais, cada vez mais, servem de vitrine para o seu e-commerce. É algo tão significativo que não é raro vermos pessoas visitando o perfil de uma loja para identificar se, de fato, a empresa é digna de confiança.

Esse comportamento faz bastante sentido se pensarmos no grande número de impressões que podem ser colhidas no perfil de uma empresa. Clientes insatisfeitos, por exemplo, sempre costumam apresentar suas reclamações em comentários em fotos publicadas.

O número de seguidores e interações também é capaz de demonstrar, pelo menos, se a empresa de fato existe. As publicações, por sua vez, funcionam como vitrine para os produtos comercializados no e-commerce a partir de fotos e descrições que nem sempre constam no e-commerce.

Pensando nisso, é muito importante profissionalizar a gestão das redes sociais de seu negócio. Nesse ambiente, além trazer mais confiabilidade no e-commerce, você pode fomentar as suas vendas e se relacionar diretamente com o seu público.

Ofereça suporte em tempo real

Como destacado, as pessoas anseiam por um atendimento qualificado no comércio eletrônico. As ferramentas de automação, os processos de vendas bem estruturados e um site funcional cumprem um papel muito importante, porém, é necessário oferecer a possibilidade de uma interação humanizada.

Cabe entender que a tecnologia foi e sempre será altamente relevante para o ambiente de negócios do e-commerce, mas sua evolução deve vir acompanhada da qualificação das ações de atendimento. Quem está atento a isso, certamente, agrega grande confiabilidade à própria marca.

Nesse sentido, as ações de suporte são as mais sensíveis. Seja antes, durante ou depois da compra, o usuário deve ter acesso aos canais de atendimento para sanar dúvidas ou apresentar reclamações.

E, se possível, é interessante que o suporte aconteça em tempo real. Dessa forma, o cliente mantém um contato direto com a empresa sempre que precisar.

Gostou de saber mais sobre confiabilidade no e-commerce? Aproveite e confira este vídeo sobre a descrição de produtos. Neste conteúdo, explicamos como uma boa descrição pode ajudar a dar uma guinada no seu e-commerce.

Você consegue se imaginar sem o seu Smartphone durante muito tempo? Complicado, não é verdade? A mobilidade e alta conectividade nos faz depender dos dispositivos móveis para diversas atividades do nosso cotidiano. E o futuro do e-commerce depende dessa realidade.

O comércio eletrônico está em plena expansão. A cada ano que passa, o percentual de todas as vendas no varejo tem sido diretamente impactado com a forma online de realizar compras. E não tenha dúvidas de que os dispositivos móveis serão responsáveis pelo exponencial crescimento do varejo eletrônico daqui para frente.

Quer entender melhor por que o futuro do e-commerce está no mobile? Confira ao longo deste artigo!

O que é mobile commerce?

Se podemos dizer que o futuro do e-commerce está no mobile, isso se deve ao m-commerce. Esse conceito envolve compras por meio de um dispositivo móvel (normalmente um smartphone), enquanto o comércio eletrônico envolve compras online por meio de seu computador.

O m-commerce vem se tornando um importante canal de compras – especialmente por conta da mudança dos hábitos dos consumidores. A Insider Intelligence prevê que o celular está cada vez mais perto de se tornar o canal preferido dos consumidores para compras online.

Sites de mídia social como Facebook, Twitter e Pinterest introduziram “botões de compra” que permitem que os compradores façam compras sem precisar sair da plataforma. E muitos varejistas introduziram o checkout com um clique em seus sites. Esse método exige que os compradores insiram suas informações de pagamento uma vez e, em seguida, podem usar a opção de um clique para fazer compras sem precisar digitá-las novamente.

O futuro do e-commerce está no mobile

A realidade está nos mostrando que a mobilidade é considerada, hoje, como sinônimo de crescimento quando se fala em comércio eletrônico. Associado às mídias sociais e compras on-line, os dispositivos móveis têm sido responsáveis por uma grande transformação nos padrões de consumo.

Essa mudança também tem impactado no comportamento do consumidor e na forma como produtos e serviços têm sido vendidos através das lojas virtuais adaptadas aos dispositivos móveis. Vejamos alguns exemplos que ilustram esse cenário e orientam o futuro do e-commerce:

  • O surgimento e o rápido crescimento da venda de aplicativos para dispositivos móveis;
  • A evolução dos serviços de assinatura;
  • O poder de decisão que um smartphone passou a ter durante um processo de compra;
  • A convergência entre redes sociais e dispositivos móveis na escolha e na aquisição de um produto ou serviço;
  • A disrupção do conceito de grandes setores do varejo com os novos padrões de consumo.
  • Desta forma, a experiência do usuário voltada aos dispositivos móveis tem sido vital para a conversão das vendas, garantindo, assim, o futuro do e-commerce nos próximos anos.

-> E-commerce em nuvem: modelo que acelerou as vendas online

Smartphones estão dominando o espaço do computador pessoal

Até pouco tempo atrás, o padrão mais comum entre grande parte dos consumidores com acesso à tecnologia era ter um desktop, um laptop e um telefone. Mas à medida que os smartphones se tornam mais ricos em recursos, as pessoas estão começando a confiar em seus telefones para preencher o papel de todos os outros aparelhos.

O resultado é que os dispositivos móveis estão se tornando a principal opção para navegação na web e compras online. Ou seja, o m-commerce vem ganhando popularidade graças a uma série de avanços tecnológicos que estão tornando mais fácil para os usuários comprarem em seus telefones.

Veja alguns dados que ressaltam por que o futuro do e-commerce está no mobile:

  • A Insider Intelligence prevê que o volume de comércio eletrônico atingirá US$ 620,97 bilhões, ou 42,9% do comércio eletrônico, em 2024. Existem dois dispositivos principais que impulsionam a revolução do comércio eletrônico: smartphones e tablets.
  • Apesar de historicamente sofrer baixas taxas de conversão devido à frustração do cliente por ter que fazer o checkout em uma tela pequena, os smartphones se tornaram a força motriz por trás do crescimento do m-commerce.
  • Segundo dados da Oberlo, 75% dos clientes realizam compras em seus telefones celulares.
  • De acordo com a Data Reportal, 67,1% da população mundial possuía um telefone celular em 2021.
  • Segundo a Invesp, as compras online no celular aumentaram de 8% para 15%, enquanto no desktop caíram de 78% para 63%.
  • Dados da Dynamic Yield apontam que 76% dos consumidores compram em dispositivos móveis porque economizam tempo.

Por que os aplicativos móveis fazem a diferença no futuro do e-commerce?

Os aplicativos são melhores em todos os aspectos, quando comparado a um site. No futuro, à medida que os smartphones se tornam mais poderosos e os apps mais amigáveis, eles certamente vão substituir os sites – e serão o futuro do e-commerce.

Usando aplicativos móveis, as empresas estão melhorando suas funcionalidades de uso. Assim, aumentam o nível de usabilidade de seus clientes para suas lojas virtuais.

O objetivo de um aplicativo móvel é se conectar e interagir com os clientes, tornando-se uma ferramenta valiosa para os negócios modernos. É a maneira mais acessível e eficaz de chegar aos clientes nos dias de hoje.

As vantagens de ter uma loja virtual como um aplicativo para dispositivos móveis são as seguintes:

Acelera as atividades online

Para comprar em um e-commerce, um usuário precisa iniciar um navegador da Web, inserir um URL e aguardar até que o site seja carregado. Por outro lado, os aplicativos móveis são rápidos e dificilmente demoram apenas alguns segundos para serem iniciados.

A maioria das informações são colocadas no próprio aplicativo. Assim, é possível acessá-lo offline. Além disso, existem certos recursos que funcionam de maneira eficiente, mesmo sem estar conectado. Devido à rapidez do app, os clientes são atraídos para os dispositivos móveis.

Reduz os custos

Aplicativos móveis reduzem os custos de mensagens SMS, boletins informativos em papel e outras formas de contato com o consumidor. Eles simplificam a comunicação com o cliente usando mensagens seguras, instantâneas e diretas. Os apps também reduziram a carga de trabalho da equipe, já que eles não precisam mais enviar solicitações de informações e fazer telefonemas de forma manual.

Desenvolve interesse em clientes

Os aplicativos para dispositivos móveis oferecem uma maneira fácil de apresentar seus produtos ou serviços aos seus clientes existentes e em potencial. Eles podem obter todas as informações sobre lançamentos e promoções na ponta dos dedos, como e quando eles exigem – o que reforça que os apps são, realmente, o futuro do e-commerce.

Lança um canal de marketing direto

Usando aplicativos móveis, você pode vender diretamente seus produtos para os usuários finais. Ele atende a muitas funcionalidades – como informações gerais, preços de produtos, recursos de pesquisa, feeds de notícias e assim por diante.

Por meio de notificações por push, você pode se aproximar ainda mais de uma interação direta com seus clientes e lembrá-los sobre os produtos e serviços sempre que necessário.

Agrega valor aos seus clientes e cria consciência de marca

Você pode estabelecer uma conexão verdadeira com seus clientes, fornecendo, por exemplo, um programa de fidelidade. Isso pode fazer com que mais clientes interajam com seus negócios e produtos.

Agregar valor e melhorar a conscientização da marca é comprovado como uma das formas mais poderosas de aumentar a fidelidade do cliente. Desde então, o mundo se tornou móvel, uma das maiores formas de melhorar a visibilidade e credibilidade da marca é através dos aplicativos móveis.

5 dicas para otimizar o seu e-commerce para mobile

Já vimos que o futuro do e-commerce está no mobile. Mas como colocar isso em prática na sua empresa?

Certamente, o primeiro passo é otimizar o seu e-commerce para mobile. Dessa forma, você consegue atrair clientes em potencial e proporciona uma boa experiência de compra em dispositivos móveis.

Veja algumas dicas para otimizar o seu e-commerce para mobile:

1. Opte por um design amigável para dispositivos móveis

Você pode ter um design de site empolgante quando se trata de visualizá-lo no laptop. Mas você já considerou se ainda parece agradável ao acessá-lo via celular?

Embora a tela grande permita que os clientes naveguem em seu site facilmente, você descobrirá que precisa ajustar o site para otimizá-lo para plataformas móveis.

Para fazer isso, você pode considerar aumentar os botões para obter mais visibilidade. Também é possível simplificar os menus para que o acesso às páginas possa ser feito facilmente. Ou que tal exibir imagens de produtos que também sirvam como um apelo à ação para os clientes considerarem a compra?

Seja qual for o design que você optar por fazer para o seu e-commerce, certifique-se de que ele esteja organizado adequadamente para fornecer uma experiência otimizada para dispositivos móveis que seus clientes gostem.

2. Escolha um conteúdo curto, mas apropriado

Ao navegar por sites usando um dispositivo móvel, pode ser visualmente cansativo devido ao tamanho da tela em comparação com o de um laptop, por exemplo. É por isso que é melhor planejar cuidadosamente o conteúdo do seu site ao direcioná-lo para uso móvel.

Considere estabelecer uma breve descrição do que é sua empresa, quais produtos ela oferece, seguida de uma chamada para ação (CTA) para que os clientes explorem mais sobre sua empresa.

Um conteúdo curto, mas relevante, reduz a tensão visual. Mais do que isso: ajuda os clientes a entender facilmente o objetivo do seu site e a decidir sobre as próximas ações a serem tomadas.

3. Garanta um tempo de carregamento rápido do site

Nada frustra mais os clientes do que um site que demora muito para carregar. Isso faz com que sua empresa afaste possíveis consumidores e, consequentemente, perca vendas.

Para colocar isso em prática, você pode testar a velocidade de carregamento do seu site em dispositivos móveis e fazer as alterações necessárias para manter o tempo de carregamento esperado em no máximo três segundos.

4. Forneça um processo de check-out fácil

Os dispositivos móveis devem facilitar a vida dos clientes, certo? Portanto, se o processo de check-out for complicado, isso seria bastante irônico.

Um processo de check-out complexo e tedioso resulta em abandono de carrinho e perda de interesse do cliente. E você não quer que o papel do seu suporte ao cliente se concentre apenas na resolução de reclamações de clientes em relação ao processo de compra, não é?

Forneça um processo de check-out simples para seus clientes, permitindo uma compra bem-sucedida em no máximo três páginas. Isso não só torna o processo de check-out mais rápido, como também reduz o esforço físico dos seus clientes.

Lembre-se de que o objetivo é que os clientes se sintam à vontade desde o momento em que visitam seu site até que façam uma compra bem-sucedida.

5. Elimine pop-ups e anúncios

Uma maneira de entregar uma experiência agradável do cliente nos dispositivos móveis é eliminar pop-ups e anúncios que podem aparecer com frequência ao visitar seu site.

É irritante quando os clientes visitam seu site apenas para serem recebidos por vários pop-ups ou anúncios. Torna-se ainda mais frustrante se mais desses pop-ups continuarem a aparecer para cada página que carrega.

É por isso que é melhor considerar diminuir esses pop-ups intrusivos – ou melhor ainda, eliminá-los – para que eles não incomodem os clientes e permitam que eles explorem seu site em paz.

-> Por que você não deveria subestimar a experiência do usuário no e-commerce?

Está preparado para o futuro do e-commerce?

O futuro do e-commerce não é definitivo. As empresas estão constantemente criando ideias e soluções, nos levando a diferentes experiências de compra e, sem dúvida alguma, os dispositivos móveis serão grandes responsáveis pela transformação que vivemos atualmente.

E você, o que espera do futuro do e-commerce? Deixe nos comentários. Até a próxima!

Gerenciar um e-commerce da maneira correta tem relação direta com o sucesso, ou não, desse negócio. Aqui, não estamos falando apenas em realizar processos eficientes, mas também de contar com profissionais realmente capacitados para exercer cada um dos cargos que compõem um time de gestão de comércio eletrônico.

Mas por qual motivo se atentar ao gerenciamento de uma loja virtual é tão importante? Se destacar da concorrência e, consequentemente, atrair mais público e vender mais é, certamente, um excelente motivo, concorda? 

De acordo com o relatório Webshoppers 45ª edição, da NielsenIQ Ebit, o e-commerce brasileiro cresceu 27% em 2021, percentual que resultou em 182,7 bilhões em vendas.

Parte desse aumento é consequência do número maior de empresas que passaram a trabalhar também dessa forma, somado ao aumento da quantidade de consumidores online — segundo o mesmo estudo, o Brasil já conta com mais de 87,7 milhões de clientes virtuais. 

A pergunta que fica é: como destacar a sua loja virtual nesse mercado tão expressivo e que cresce mais e mais a cada dia? Saber como gerenciar um e-commerce de uma maneira realmente eficiente é o primeiro passo para isso. 

Continue a leitura deste artigo e confira quais são os outros. 

Qual a importância do gestor de e-commerce? 

Como dissemos logo na abertura deste artigo, gerenciar um e-commerce de uma forma que traga bons resultados inclui também contar com os profissionais certos. 

Um gerente de comércio eletrônico, por exemplo, tende a trazer para a empresa competências típicas de um administrador, bem como visão de estratégias de marketing, de relacionamento com o cliente, percepções com foco no futuro, entre outras habilidades. 

A esse profissional comumente são atribuídas funções como: 

  • avaliação de resultados de vendas;
  • gerenciamento de estratégias de marketing;
  • gestão de equipes, tais como de vendas;
  • monitoramento do progresso dos setores.  

O lado positivo de contar com um gestor de e-commerce é que o proprietário do negócio pode se dedicar a outras frentes da empresa, as quais ajudam a potencializar o crescimento da marca. 

Somado a esse ponto, ter um profissional designado especialmente para gerenciar loja virtual é uma maneira de promover a escalabilidade do negócio, visto que os setores e funções estarão devidamente divididos, contribuindo para absorver volumes de vendas mais expressivos. 

Quais as habilidades que um gestor de e-commerce precisa ter?

Mas para ajudar a gerenciar um e-commerce, esse gestor precisa ter algumas habilidades específicas, sendo as mais recomendadas: 

  • experiência no ramo varejista;
  • capacidade analítica e estratégica;
  • conhecimento amplo de ferramentas de internet;
  • visão global de mercado;
  • domínio sobre ações de marketing;
  • senso de liderança.  

Experiência no ramo varejista

Em linhas gerais, para uma pessoa chegar a um cargo de gerência significa que ela já passou por funções anteriores a essa e teve um crescimento gradual da sua carreira, concorda? 

Um gestor de e-commerce, a princípio, deve seguir essa mesma trilha. Um dos motivos é que o setor varejista conta com características bastante específicas, que o difere totalmente de outros segmentos. 

Por exemplo, não basta apenas ter um bom produto e/ou serviço e uma ação de marketing inovadora se tudo isso não conversar com o perfil do público-alvo. Ou ainda, de nada adianta lançar uma campanha incrível de divulgação de um item novo se não tiver estoque suficiente e uma boa equipe para atender a demanda de vendas. 

Em outras palavras, é preciso pensar em vários cenários distintos e relacionar diferentes setores de um comércio eletrônico para que o negócio realmente dê esse e isso, geralmente, só vem com experiência no ramo. 

Capacidade analítica e estratégica

Os números fazem parte da vida de um gestor de e-commerce e devem ser seus aliados no dia a dia. 

Ainda que não tenha formação em exatas, quem está designado para gerenciar um e-commerce precisa saber interpretar relatórios e extrair desses documentos insights que ajudem na criação de estratégias eficientes para o sucesso do negócio. 

No caso, estamos falando em, por exemplo, identificar o percentual de carrinhos abandonados e descobrir o que está motivando potenciais clientes da loja a fazerem isso. Ao ter essa resposta, o gestor tem a chance de ajustar a abordagem, melhorar o que não está de acordo e, com isso, evitar que esse problema continue. 

Dica extra! Confira este vídeo sobre os cinco principais indicadores de vendas de um e-commerce:

Conhecimento amplo de ferramentas de internet

E como estamos lidando com um comércio eletrônico, é óbvio que para saber gerenciá-lo é essencial ter um bom conhecimento — preferencialmente domínio — de diversas ferramentas de internet. 

Gerenciamento de conteúdo, conversão de leads, otimização de tráfego online, entre outros recursos similares, precisam fazer parte das habilidades de um gestor de e-commerce. 

Visão global de mercado

Ter uma visão global na hora de gerenciar um e-commerce envolve duas vertentes distintas. A primeira diz respeito a olhar o negócio como um todo, ou seja, ver os setores como uma grande engrenagem necessária para que o fluxo de todos os processos aconteça com fluidez. 

A segunda se refere a analisar o que está acontecendo no mercado de atuação, incluindo o posicionamento dos concorrentes, tendências, novos comportamentos dos consumidores e mais. 

A ideia não é copiar o que está sendo feito, mas, sim, tomar essas informações como base para manter a empresa atualizada e compatível com o que o público-alvo deseja no momento. 

Domínio sobre ações de marketing

O domínio sobre as ações de marketing começa com o entendimento e com a definição da persona, que é a descrição do cliente ideal de um negócio. É com base nessa figura que todas as estratégias devem ser criadas. 

Ainda que essa criação não seja uma atribuição direta de um gestor de e-commerce, esse é um bom exemplo de conhecimento básico que esse profissional precisa ter para direcionar quais abordagens pretende colocar em prática a fim de atrair e fidelizar público para a marca. 

Senso de liderança

E é certo que uma pessoa nesse cargo estará à frente de variadas equipes. Por conta disso, esse profissional precisa ter senso de liderança. O objetivo dessa habilidade é conseguir fazer uma gestão de e-commerce que garanta que todos os processos sejam realizados corretamente pelos liderados. 

Para isso, é primordial adotar ações que promovam o engajamento, comprometimento e que aumente a produtividade dos times. Manter a satisfação dos funcionários, de modo que isso reflita no bem-estar físico, mental e emocional dos trabalhadores também não pode ficar de fora desse tipo de abordagem. 

Quais outros cargos podem ajudar a gerenciar um e-commerce?

É importante que você saiba também que além do gestor existem vários outros cargos que podem ser criados para ajudar a gerenciar um e-commerce. 

A abertura dessas funções, comumente, está atrelada ao crescimento do negócio — ou seja, quanto mais a empresa cresce, mais profissionais são necessários para o seu funcionamento. 

Algumas delas são: 

  • Coordenador de e-commerce: responsável por coordenar as atividades do comércio eletrônico, tais como monitoração de métricas e indicadores para definição de estratégias;
  • Analista de e-commerce: profissional designado para execução de funções operacionais necessárias para o dia a dia do coordenador de e-commerce, por exemplo, elaboração de relatórios, acompanhamento de indicadores e mais;
  • Consultor de e-commerce: pessoa contratada para fazer uma análise criteriosa e constante do negócio, avaliando índices e definindo estratégias para melhorá-los. 

Como gerenciar um e-commerce de forma eficiente?

Agora sim, com tudo isso devidamente explicado, fica mais fácil entender como gerenciar um e-commerce da sua implantação ao crescimento de maneira realmente eficiente.  

As nossas sugestões para isso são: 

  • tenha os processos bem definidos;
  • conte com bons fornecedores;
  • defina boas estratégias de marketing;
  • atente-se ao estoque e à logística;
  • cuide corretamente da gestão financeira;
  • use softwares que facilitem o dia a dia. 

Tenha os processos bem definidos

Definir os processos de uma loja virtual consiste em, basicamente, “desenhar” todo o trajeto de uma compra.  

Em outras palavras, é preciso identificar o que acontece desde o momento que o potencial cliente acessa o site, passando pela escolha dos produtos, meios de pagamento oferecidos, custo do frete, formas de entrega, até o item chegar à casa do comprador. 

É primordial que todas essas etapas sejam fluidas e sem nenhum atrito, do contrário, há um grande risco de o consumidor desistir da aquisição, condição que, além de comprometer a imagem da empresa, resulta em prejuízos financeiros que podem ser significativos para o negócio. 

Conte com bons fornecedores

Mas não adianta muito ter processos bem definidos se a empresa tiver problemas com os fornecedores. Afinal, sem as mercadorias disponíveis em estoque, não há como o comércio eletrônico realizar as vendas, não é mesmo? 

Na hora de escolher esses parceiros de negócio é importante se atentar a alguns pontos, tais como: 

  • prazos de entrega que são praticados;
  • diversidade de produtos oferecidos;
  • tempo de atuação do fornecedor nesse mercado;
  • opinião de outros lojistas;
  • qualidade do atendimento prestado.  

Defina boas estratégias de marketing

Não há como falar sobre como gerenciar um e-commerce adequadamente sem mencionar a necessidade da adoção de boas estratégias de marketing. Afinal, como dissemos logo na abertura deste artigo, a concorrência nesse setor tende a aumentar mais a cada dia, e buscar meios de se comunicar efetivamente com os consumidores é essencial para se destacar. 

Uma prática sugerida para isso é acompanhar as tendências de comunicação (ferramentas, canais e redes sociais) que mais estão engajando as pessoas e, alinhado ao perfil de empresa e do público-alvo, criar ações nessas plataformas. 

Atente-se ao estoque e à logística

Quanto mais a sua estratégia de marketing der certo, mais clientes serão atraídos para a sua plataforma de venda — o que é justamente o esperado. 

Porém, o problema surge quando o comércio eletrônico não está pronto para absorver altas demandas de vendas, refletindo em problemas como o estoque e com a logística. 

Uma maneira de solucionar isso e, dessa forma, gerenciar um e-commerce corretamente, é usar sistemas que integram o site e aplicativo à gestão de estoque. Com isso é possível evitar, por exemplo, que um mesmo item seja vendido para duas pessoas diferentes. 

No caso da logística, quando a empresa não conta com frota própria, ter bons parceiros para esse serviço é essencial. Na hora de fazer essa escolha, não deixe de considerar o seu volume de entregas para verificar se o mais adequado é contratar uma transportadora particular ou seguir usando serviços como os dos Correios. 

Não deixe de assistir a este vídeo sobre logística para e-commerce!

Cuide corretamente da gestão financeira

Seguindo essa linha de raciocínio, quanto mais vendas, mais faturamento. Receitas maiores, por sua vez, requerem uma gestão ainda mais pontual. 

É preciso ter todas as entradas e saídas financeiras devidamente registradas para que se consiga acompanhar de perto a evolução (ou não) do negócio. 

Além disso, uma gestão financeira pontual é de suma importância para que os gestores identifiquem pontos de perda de dinheiro que precisam ser rapidamente ajustados, bem como para onde direcionar valores para potencializar o crescimento da empresa. 

Use softwares que facilitem o dia a dia

A tecnologia precisa ser a sua aliada no dia a dia, principalmente por estar fazendo o gerenciamento de um comércio eletrônico 100% conectado à internet. 

Soluções como as oferecidas pela LifeApps resolvem problemas como: 

  • integração entre canais de vendas digital e presencial;
  • interação com os clientes em tempo real via chat;
  • sincronização entre distribuição e localização geográfica do cliente;
  • integração de impostos e muito mais! 

Confira como funcionam os bastidores de um e-commerce e aprenda como ter sucesso nas suas vendas virtuais.